terça-feira, 9 de novembro de 2010

ESQUIZOFRENIA

ESQUIZOFRENIA

OQUE É:
Esquizofrenia é uma doença mental que afeta a capacidade da pessoa distinguir se as experiências vividas são ou não reais. Afeta ainda a capacidade de pensar logicamente, sentir emoções e sentimentos, e comportar-se em situações sociais. Não há cura para a esquizofrenia, mas o tratamento controla os sintomas e ajuda a pessoa a ter uma vida parecida com a de quem não sofre da doença. Ou seja, pode trabalhar, namorar, ter amigos e divertir-se.

Quem são as Pessoas Atingidas

A esquizofrenia é uma doença que tem início no fim da adolescência e começo da vida adulta (15 a 25 anos). Embora a frequência seja igual entre os sexos, pode começar mais tardiamente nas mulheres.
Em torno de 1% da população mundial tem Esquizofrenia.

Causas

Esquizofrenia é uma doença complexa, intrigante e sua causa ainda não é conhecida. Sabe-se que a hereditariedade é um fator importante - pessoas que têm um familiar com esquizofrenia têm maior chance de desenvolver a doença - mas ainda não se sabe quais os genes envolvidos ou se a presença deles é suficiente para o desenvolvimento da esquizofrenia.
Gêmeos idênticos têm 50% de chance de desenvolver a doença quando um deles já desenvolveu.
Alguns pesquisadores acreditam que a esquizofrenia é resultado de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Certas pessoas nascem com essa tendência, mas o problema só aparece se expostas a determinados fatores ambientais.
Não existe um consenso de quais seriam os fatores ambientais envolvidos, mas estudos sugerem que infecções, má nutrição na gravidez e complicações no parto podem contribuir posteriormente para o desenvolvimento da esquizofrenia.
Como se Manifesta

Os sintomas são variados e podem aparecer subitamente, embora, geralmente, a doença se manifeste em meses ou anos.
Inicialmente os sintomas podem não ser evidentes, e são confundidos com alterações próprias da idade ou com de outras doenças psiquiátricas.
Os indivíduos começam a perceber que há algo estranho, mas muitas vezes são incapazes de contar para seus familiares.
Podem relatar que estão mais tensos, tendo dificuldade de concentração ou para dormir, começam a isolar-se das pessoas, não conseguem mais ficar com os amigos e param de estudar ou trabalhar.
Com a progressão da doença, aparecem os sintomas mais característicos da psicose.

Mudanças na Percepção do Pensamento

a) Delírios: são crenças não verdadeiras, baseadas numa inferência incorreta sobre a realidade exterior, apesar de provas e evidências contrárias. O paciente pode sentir que seus pensamentos são influenciados, controlados, inseridos ou transmitidos para fora da cabeça. Os eventos normais do dia-a-dia passam a ter significado diferente. O indivíduo pode sentir-se perseguido ou discriminado e achar que tem poderes ou atributos especiais. Pode sentir que seu corpo está mudando ou que recebe influências de forças externas.

b) Alucinações: são falsas percepções na ausência de um estímulo externo, mas com as qualidades de uma verdadeira percepção. Isto é, eles podem ver, ouvir e sentir coisas que não estão realmente no local. As alucinações podem ser auditivas, visuais, táteis, olfativas, gustativas ou uma combinação de todas.
· Auditivas - são as mais comuns em esquizofrenia e podem ocorrer na forma de barulhos, músicas ou mais freqüentemente como vozes. Estas vozes podem ser sussurradas, ou claras e distintas, podem falar entre si ou ser uma única voz. Podem comentar o comportamento da pessoa e às vezes podem dar ordens.
· Visuais - podem ser simples ou complexas, podendo envolver fachos de luz, pessoas ou coisas.
· Olfativas e gustativas - ocorrem em geral juntas, como cheiros ou gostos ruins.
· Táteis - o paciente tem a sensação de ser tocado ou picado, ou ainda sensações elétricas como se insetos estivessem rastejando sobre a pele.
c) Distúrbios formais do pensamento: os pensamentos mudam de assunto completamente e esta alteração aparece na fala da pessoa.

Transtornos de Comportamento e Motor

Muitos pacientes apresentam diminuição de iniciativa, transtornos motores e alterações no comportamento social. Um paciente pode ficar parado por um longo período de tempo ou engajar-se numa atividade repetitiva sem finalidade.
Os extremos podem incluir o estupor catatônico - situação na qual o paciente fica imóvel por um período longo, ou o excitamento catatônico, onde o indivíduo apresenta atividade motora incontrolável e sem objetivo.Outras alterações motoras são estereotipias (movimentos repetidos sem objetivo aparente) e maneirismos (atividades normais, mas fora de contexto).
Geralmente a deterioração do comportamento social ocorre junto com o isolamento social. Os indivíduos podem negligenciar seus cuidados pessoais, vestir roupas sujas ou inapropriadas, e suas coisas e ambientes permanecer descuidados e desarrumados. Podem ainda desenvolver comportamentos que contrariam as convenções sociais como falar obscenidades em público ou apresentar maneiras rudes à mesa. Podem ser encontrados nas ruas marchando, falando alto e gesticulando.Esse descuido com a higiene pessoal e comportamentos excêntricos podem dificultar ainda mais a aproximação de familiares, amigos e estranhos. Essa situação corrobora ainda mais a certeza, destes pacientes, de que as pessoas não gostam deles.

Transtornos do Afeto

A diminuição da resposta emocional já foi considerada um sintoma característico da esquizofrenia. Muitos pacientes são indiferentes ou apáticos, evitam o contato com olhar, apresentam ausência na inflecção na voz, mudanças na expressão facial e os movimentos espontâneos e os gestos expressivos podem estar diminuídos. Com freqüência perdem a capacidade de sentir prazer e podem descrever-se como vazios de emoção.

Reações dos Pacientes aos Sintomas

A pessoa com esquizofrenia altera seu entendimento do mundo na tentativa de explicar o que está experenciando. Devido às experiências serem incomuns, as explicações também são.
É difícil explicar para alguém o fenômeno de ouvir vozes. Pacientes mais crônicos, que já apresentam dificuldades de relacionamento social, ficam isolados e muitas vezes envolvidos em suas próprias fantasias. Podem imaginar que outras pessoas tentam prejudicá-los, não estão interessadas nele ou querem criticá-lo.
Alternativamente, os pacientes podem experenciar reações negativas de outras pessoas durante os episódios psicóticos, o que pode pesar ainda mais na sua imaginação. Percebem ainda que não são mais competentes no trabalho. Ele pode ter sido um bom estudante durante anos ou um trabalhador devotado e competente, mas após a doença percebe que houve diminuição de sua performance.A experiência de estar "louco" é uma da mais dolorosas e significativas. Quando os pensamentos tornam-se desorganizados, quando as decisões estão bloqueadas, quando as emoções inexplicadas e não esperadas aparecem, há uma conscientização do clima de horror, de que mente está fazendo armadilhas e que foi embora seu modo usual de agir.A experiência da psicose faz com que o paciente mude o conceito a respeito de sua própria mente. A experiência do distúrbio faz com que a pessoa desacredite nos seus processos de pensamento, mesmo quando estes voltam ao normal. O paciente perde a fé de que possa pensar propriamente. Após a psicose, ele tem conhecimento de que alucinou e, por algum tempo ou para sempre, ele não será capaz de reagir normalmente aos sons estranhos e ocasionais que podem ser ouvidos em locais e horas não esperados.

Diagnóstico
Não existe um exame laboratorial que seja capaz de identificar a esquizofrenia. O diagnóstico permanece inteiramente dependente do julgamento clínico médico, através de uma entrevista psiquiátrica cuidadosa com a pessoa e seus familiares. Como não existem sintomas específicos da esquizofrenia os médicos se baseiam em critérios diagnósticos.Os critérios mais utilizados são DSM - IV da Associação Psiquiátrica Americana e o CID 10 da Organização Mundial da Saúde.

Critérios Diagnósticos de Esquizofrenia Segundo a CID-10 da Organização Mundial de Saúde Lista de sintomas:
· eco do pensamento, inserção ou roubo do pensamento, irradiação do pensamento.
· delírios de controle, influência ou passividade, claramente referindo-se ao corpo ou movimentos dos membros; ou pensamentos específicos, ações, sensações e percepções delirantes.
· vozes alucinatórias comentando o comportamento do paciente ou discutindo, entre elas, sobre o paciente; ou outros tipos de vozes alucinatórias vindo de outras partes do corpo.
· delírios persistentes de outros tipos que são culturalmente inapropriados e completamente impossíveis, tais como identidade política ou religiosa, ou ainda poderes e capacidades sobre-humanas (p.ex. ser capaz de controlar o tempo ou de se comunicar com alienígenas de outro planeta).
· alucinações persistentes de qualquer modalidade, quando acompanhadas por delírios "superficiais" ou parciais, sem claro conteúdo afetivo, ou por idéias sobrevaloradas persistentes, ou quando ocorrem todos os dias durante semanas ou meses continuamente.
· intercepções ou interpolações no curso do pensamento resultando em discurso incoerente, irrelevante ou neologismos.
· comportamento catatônico, tal como excitação, postura inadequada ou flexibilidade cérea, negativismo, mutismo, estupor.
· sintomas "negativos" tais como apatia marcante, pobreza do discurso e embotamento ou incongruência de respostas emocionais, usualmente resultando em retraimento social e diminuição do desempenho social; deve ficar claro que esses sintomas não são decorrentes de depressão ou medicação neuroléptica.
· uma alteração significativa e consistente na qualidade global de alguns aspectos do comportamento pessoal, manifestada por perda de interesse, falta de objetivos, inatividade, uma atitude ensimesmada e retraimento social.
Diretrizes DiagnósticasA exigência normal para um diagnóstico de esquizofrenia é que:
· um mínimo de um sintoma claro (e em geral dois ou mais se são menos claros) pertencente a qualquer um dos grupos listados como (a) e (d) ou:
· sintomas de pelo menos dois dos grupos referidos como (e) a (h) ;
· os sintomas devem estar presentes na maior parte do tempo durante um período de 1 mês ou mais.
· Ausência de sintomas depressivos ou maníacos nítidos, a menos que os sintomas esquizofrênicos tenham precedidos o transtorno afetivo.
· A esquizofrenia não deve ser diagnosticada na presença de doença cerebral clara ou durante estados de intoxicação ou de abstinência de drogas.
Critérios Diagnósticos para Esquizofrenia pelo DSM-IV da Associação Psiquiátrica Americana
· Sintomas característicos: Dois (ou mais) dos seguintes sintomas, cada qual presente uma porção significativa do tempo durante o período de 1 mês (ou menos se tratadocom sucesso):
1. delírios
2. alucinações
3. discurso desorganizado
4. comportamento desorganizado ou catatônico
5. sintomas negativos

· Disfunção Social/ocupacional
· Sinais contínuos da perturbação por pelo menos 6 meses
· Exclusão de transtorno esquizoafetivo e de humor
· Exclusão de substância/condição médica geral
Diagnóstico DiferencialComo sintomas psicóticos são comuns e freqüentes, tanto em transtornos funcionais como orgânicos, deve realizar-se uma investigação cuidadosa. O diagnóstico de esquizofrenia deve ser considerado como um diagnóstico de exclusão, sendo muito importante afastar causas orgânicas como:
· abuso de substâncias como alucinógenos, anfetaminas, cocaína, álcool
· intoxicações por medicações prescritas comumente como corticosteróides, levodopa, anticolinérgicos
· doenças infecciosas, metabólicas e endócrinas
· processos espansivos cerebrais
· epilepsia do lobo temporal
Os diagnósticos diferenciais mais importantes em psiquiatria envolvem distúrbios afetivos, delirantes crônicos e de personalidade.

Tratamento
O tratamento da esquizofrenia envolve vários tipos de profissionais que trabalham em equipe.Os objetivos do médico são:
· Controlar os sintomas da doença tentando minimizar os efeitos deletéricos da medicação
· Prevenir riscos de suicídio e crise paranóide
· Evitar hospitalizações
· Desencorajar o paciente ao uso indiscriminado da emergência médica
· Cuidar da saúde geral do paciente
· Melhorar sua qualidade de vida e dar à família suporte emocional
Talvez o fator mais importante para cumprir estes objetivos seja assegurar que o paciente faça o tratamento. Devido ao isolamento social, idéias paranóides, negação da doença e desconforto com os efeitos colaterais das drogas, muitos pacientes abandonam o tratamento.
Algumas pessoas, mesmo tomando a medicação regularmente, podem ter uma recaída dos sintomas psicóticos. É muito importante que elas possam reconhecer que estes estão voltando, e procurar ajuda imediatamente.
Antes do aparecimento de sintomas como delírios ou alucinações, é comum aparecerem sintomas menos específicos como irritabilidade, insônia e depressão. Os familiares devem estar atentos a mudanças sutis que possam ocorrer com seu familiar doente, pois a intervenção médica precoce pode impedir a recaída.
Enquanto esta necessidade de tratamento por longo tempo é bem reconhecida pelo médico, freqüentemente não é bem aceito pelo paciente.
Muitos estudos mostram quão inconstantes e não confiáveis eles podem ser em relação à medicação. Interrompem porque se sentem bem, e não entendem porque devem continuar tomando o remédio; ou ainda, porque os efeitos colaterais são muito desagradáveis.

A internação torna-se necessária principalmente:
· Quando são necessárias avaliações neurológicas ou clínicas para excluir outras causas não psiquiátricas para os sintomas.
· Se o quadro clínico do paciente envolver riscos para si próprio (suicídio) ou para outros (agressividade).
· Se as motivações dos pacientes e seus familiares, o local da residência ou a situação econômica não permitirem que o paciente vá às consultas ambulatoriais.
· Se a família necessitar de um período de tempo para readquirir força.
· Se o ambiente atual estiver agravando sua condição.
· Se for necessária uma avaliação longitudinal do paciente.
Tratamento Psicossocial

O interesse em tratamentos psicossociais tem duas razões: primeiro, do reconhecimento de que agentes farmacológicos têm um impacto limitado na recuperação do funcionamento social; e segundo, que a redução do período de internação levou pacientes em remissão parcial a serem tratados na comunidade e seus familiares tornaram-se as principais pessoas envolvidas no cuidado destes pacientes.
Psicoterapia individual ou em grupo, terapia ocupacional, programas de reabilitação e intervenções familiares são os principais tipos de intervenção.
Como a medicação, o tipo de tratamento psicossocial deve ser indicado de acordo com as necessidades do indivíduo. Esta necessidade depende da fase da doença, do paciente e de sua condição familiar e de sua moradia.
Prognóstico
O curso e a evolução da doença não são estabelecidos no início da doença. Na avaliação do prognóstico considera-se a presença de fatores que possam facilitar ou impedir a recuperação do indivíduo.
Fatores genéticos e orgânicos, eventos que ocorrem na infância e adolescência, desenvolvimento e funcionamento psicossocial pré-mórbido, classe social e fatores sócio-culturais, estado civil, tipo e idade de início da doença, fator precipitante, sintomatologia, tratamento e ambiente familiar podem ser considerados os fatores mais citados como influentes nos cursos e evolução da esquizofrenia.
O sexo feminino parece estar associado ao melhor prognóstico na esquizofrenia.
As mulheres necessitam de doses menores de medicação antipsicótica, são menos hospitalizadas, passam menos tempo internadas, têm menos recaídas e um melhor funcionamento social.
No curso da doença é freqüente a pessoa ter um quadro depressivo, e isto se torna preocupante quando a pessoa não está na fase aguda da psicose, quando a pessoa pode pensar claramente e compreender melhor o que está acontecendo. O risco de suicídio aumenta muito neste período e é uma causa morte importante na esquizofrenia.
Aproximadamente 4% a 10% dos pacientes esquizofrênicos se suicidam e 18% a 55% tentam o suicídio
Envolvendo a família, amigos e sociedade no tratamento
Familiares e amigos são a principal rede de apoio de pacientes com esquizofrenia. São pessoas em quem confiam, tanto para seus problemas cotidianos e angústias como para dividir as conquistas e incertezas.
Em geral, são os primeiros a notar que algo está errado com a pessoa doente durante o tratamento. Também são os primeiros a identificar os sinais e sintomas característicos da esquizofrenia.Tradicionalmente, os familiares são solicitados a ajudar no tratamento dos seus parentes doentes de duas maneiras.
Primeiro, é solicitado que compareçam ao hospital ou consultório médico para fornecer informações a respeito da vida pregressa do paciente e como se desenvolveu a doença.
Este é um modo importante e inestimável de ajuda dos familiares.
Segundo, é solicitado a envolverem-se no tratamento mais ativamente de vários modos.
A família e amigos dos indivíduos com esquizofrenia encontram as mesmas dificuldades dos familiares de pessoas que sofrem de outras doenças crônicas. Têm que se adaptar e lidar com o parente doente no dia-a-dia, desenvolvendo estratégias para cada situação diferente.
Não existe um padrão de conduta a ser adotado e nem um modo "normal" de reagir. Cada família desenvolve individualmente maneiras de funcionar com a doença e cada indivíduo da família se adaptará diferentemente.
Como familiares também necessitam de ajuda e suporte para si mesmos. A tarefa de cuidar e viver com alguém com esquizofrenia não é fácil e pode ser muito desgastante.
Necessitam fazer contatos com pessoas que também estejam passando por situações semelhantes. Este contato reduz o isolamento, possibilita troca de experiências e, consequentemente, proporciona maior apoio e conforto.
Os familiares podem se tornar um grupo com poder para requisitar investimentos em pesquisa e programas para esquizofrenia.
A ESQUIZOFRENIA É MUITAS VEZES CONFUNDIDA COM ATAQUES DEMONÍACOS. COMO CRISTÃOS PRECISAMOS TER SABEDORIA E REVELAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO PARA LIDARMOS COM CADA CASO.
NÃO PODEMOS DEIXAR DE MINISTRAR LIBERTAÇÃO, MAS TAMBÉM NÃO PODEMOS IGNORAR O PAPEL DO MÉDICO NUM CASO COMO ESTE.
QUE O SENHOR NOS CAPACITE A VIVER O NOVO A CADA DIA.

6 comentários:

  1. Diante do que vemos como manifestações demoníacas e o que ocorre com o esquizofrênico, é tudo muito próximo (vozes, visões, sensasões táteis, cheiros...), creio que aí esteja a dificuldade em encontrar o limiar entre o clínico e o espiritual.

    Entendendo que nosso papel enquanto cristãos é no Senhor discernir um e outro e encaminhar para tratamento o que é clínico, será que caberia à igreja de Cristo dar apoio às famílias, talvez incentivar na criação de um grupo?

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  2. Tanto as famílias dos esquizofrenicos quanto os homosexuais, viciados... precisariam de acompanhamento no mínimo semanal, talvéz ate´com palestras para as famílias, nçao é nada ácil lidar com estas situações, somente Deus nos capacita.

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  3. Paulo Roberto Martins22 de novembro de 2010 17:43

    Sou evangelico e já tive diagnosticado um caso grave de esquizofrenia na minha vida. Tomo remédios, mas quem me curou foi Jesus. Um trabalho com as família seria muito bom mesmo, porque mesmo sem querer nós os fazemos sofrer muito

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  4. É bem difícil fazer um diagnóstico rápido da doença, porque se confunde muito com ação de demônios.

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  5. Meu marido está com esse diagnóstico, mas quem esta ficando louca sou eu.

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  6. Nem com direção de Deus para saber a diferença, me desculpem estou tão esgotada que até minha fé está enfraquecendo.

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