segunda-feira, 8 de julho de 2013
ANALIZANDO O BULLYING A LUZ DA BÍBLIA
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
SEMINÁRIO DE PAIS
COMUNIDADE CRISTÃ SHEKINAH
quarta-feira, 27 de julho de 2011
AS CONSEQUÊNCIAS DO ABUSO SEXUAL

A criança que sofre ou sofreu algum abuso sexual sofrerá consequências a curto e longo prazo. O Manual de Prevenção do Abuso Sexual, publicado por Save the Children (Salvem as crianças), mostra as seguintes consequências:
Consequências a curto prazo do abuso infantil
- Físicas: pesadelos e problemas com o sono, mudanças de hábitos alimentares, perda do controle de esfíncteres.
- Comportamentais: Consumo de drogas e álcool, fugas, condutas suicidas ou de auto-flagelo, hiperatividade, diminuição do rendimento acadêmico.
- Emocionais: medo generalizado, agressividade, culpa e vergonha, isolamento, ansiedade, depressão, baixa auto-estima, rejeição ao próprio corpo (sente-se sujo).
- Sexuais: conhecimento sexual precoce e impróprio para a sua idade, masturbação compulsiva, exibicionismo, problemas de identidade sexual.
- Sociais: déficit em habilidades sociais, retração social, comportamentos antisocicias.
Consequências a longo prazo do abuso sexual infantil
Existem consequências da vivência que permanecem, ou inclusive podem piorar com o tempo, até chegar a configurar patologias definidas. Por exemplo:
- Físicas: dores crônicas gerais, hipocondria ou transtornos psicossomáticos, alterações do sono e pesadelos constantes, problemas gastrointestinais, desordem alimentar.
- Comportamentais: tentativa de suicídio, consumo de drogas e álcool, transtorno de identidade.
- Emocionais: depressão, ansiedade, baixa auto-estima, dificuldade para expressar sentimentos.
- Sexuais: fobias sexuais, disfunções sexuais, falta de satisfação ou incapacidade para o orgasmo, alterações da motivação sexual, maior probabilidade de sofre estupros e de entrar para a prostituição, dificuldade de estabelecer relações sexuais.
- Sociais: problemas de relação interpessoal, isolamento, dificuldades de vínculo afetivo com os filhos.
domingo, 22 de maio de 2011
ABUSO SEXUAL INFANTIL - COMO AGIR
ABUSO SEXUAL INFANTILO abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.
Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.
Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.
A Criança Abusada
Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.
A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.
Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.
A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.
Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.
Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.
Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.
O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:
1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;
2.Problemas com o sono ou pesadelos;
3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;
4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;
5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;
6.Negar-se a ir à escola,
7.Rebeldia e Delinqüência;
8.Agressividade excessiva;
9.Comportamento suicida;
10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;
11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;
12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;
13. Temor irracional diante do exame físico;
14. Mudanças súbitas de conduta.
Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.
Quem é o Agressor Sexual
Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.
Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.
Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.
Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.
A Família da Criança Abusada Sexualmente
A primeira reação da família diante da notícia de abuso sexual pode ser de incredulidade. Como pode ser comum crianças inventarem histórias, de fato elas podem informar relações sexuais imaginárias com adultos, mas isso não é a regra. De modo geral, mesmo que o suposto abusador seja alguém em quem se vinha confiando, em tese a denúncia da criança deve ser considerada.
Em geral, aqueles que abusam sexualmente de crianças podem fazer com que suas vítimas fiquem extremamente amedrontadas de revelar suas ações, incutindo nelas uma série de pensamentos torturantes, tais como a culpa, o medo de ser recriminada, de ser punida, etc. Por isso, se a criança diz ter sido molestada sexualmente, os pais devem fazê-la sentir que o que passou não foi sua culpa, devem buscar ajuda médica e levar a criança para um exame com o psiquiatra.
Os psiquiatras da infância e adolescência podem ajudar crianças abusadas a recuperar sua auto-estima, a lidar melhor com seus eventuais sentimentos de culpa sobre o abuso e a começar o processo de superação do trauma. O abuso sexual em crianças é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que muita gente pensa. Alguns trabalhos afirmam que pelo menos uma a cada cinco mulheres adultas e um a cada 10 homens adultos se lembra de abusos sexuais durante a infância.
O tratamento adequado pode reduzir o risco da criança desenvolver sérios problemas no futuro, mas a prevenção ainda continua sendo a melhor atitude. Algumas medidas preventivas que os pais podem tomar, fazendo com que essas regras de conduta soem tão naturais quanto as orientações para atravessar uma rua, afastar-se de animais ferozes, evitar acidentes, etc. Se considerar que a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, simplesmente explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.
1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."
2.Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.
3.Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.
4.Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.
5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.
6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.
7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.
8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.
9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.
10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.
11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.
12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.
13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.
14.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.
15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.
16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.
17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
O QUE LEVA UMA CRIANÇA A SER MAU COMPORTADA E AGRESSIVA?
Muitas crianças agressivas ou com mau comportamento apresentam, na verdade, um sofrimento psíquico. Ao contrário do que se pensava, os transtornos mentais podem iniciar-se já na fase infantil, sendo então bastante devastadores na vida do indivíduo. quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
PASTOREANDO CRIANÇAS DIANTE DE DEUS (PARTE 10)
O QUE AS NOSSAS CRIANÇAS ESTÃO VENDO?"E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2).
O quê este século tem nos trazido? O quê tem entrado em nossa casa, nossa mente, nosso espírito? O quê tem sido ensinado a nossas crianças?
Você que é pai (mãe), avô(ó), tio(a), professor(a), já parou para meditar sobre isso? Já elaborou estratégias para não se deixar conformar por este mundo e não permitir que isso aconteça com suas crianças?
Todos os dias vemos as mais ardilosas estratégias de satanás para tomar a mente das nossas crianças, desenhadas de forma muito clara em todos os aspectos da nossa vida. E nós, muitas vezes, por não darmos a atenção necessária a coisas simples como brinquedos, roupas, sapatos, um celular, um programa de televisão, um jogo, nos deixamos ser conformados com este mundo e não buscamos a renovação da mente, nem para nós, nem para os nossos filhos. Geralmente o que se ouve é: "ah, isso é tolice" ou "besteira, que mal isso pode fazer?", ou ainda "já tenho tanta coisa pra fazer, vou perder tempo com mais isso? Na igreja ele aprende sobre isso!". E assim, sem atentarmos, o inferno se instala dentro da nossa própria casa.
Por que estamos falando isso?
Se você já teve a curiosidade de ver alguns quadros do programa da Xuxa (exemplo de uma programação antiga, muito vista por crianças mais velhas), deve ter visto a personagem bruxa Keka, que dá dicas aos pequenos de como uma criança deve de comportar. Entre as "pérolas" apresentadas por ela, veja algumas:
- Toda criança deve brigar, mentir, pois isso é divertido;
- Criança não deve escovar os dentes, pentear os cabelos nem limpar os ouvidos;
- Se o seu irmãozinho estiver dormindo, faça bastante barulho perto dele, belisque, até que acorde;
- Criança não deve obedecer aos pais nem a ninguém. Obedecer é muito chato.
Além deste programa, temos seriados como "Malhação" e novelas direcionadas para as crianças, “os Mutantes” foi um verdadeiro atentado ao pudor, à moral, ao respeito, aos princípios da Palavra de Deus, sem contar o número de demônios que a novela representava. E tantas outras coisas que nos agridem diariamente, assim como à nossa família.
O Ministério de Crianças tem se preocupado em levar aos pequenos todos esses ensinamentos, mas precisamos de vocês, pais e responsáveis, para lutarmos contra estes principados malignos.
Instrua, converse, aconselhe seus filhos em relação a essas coisas. E dê exemplo! Não assista a essas coisas e nem permita que outras pessoas dentro da sua casa assistam (Veja Deuteronômio 11:18-21). Se você ensinar seu filho no caminho em que ele deve andar, certamente não se desviará dele (Pv 22:6).
Não se conforme e nem deixe a sua casa estar conformada com este século, mas esteja buscando a transformação da sua mente e a de sua família, através da Palavra de Deus.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
PASTOREANDO CRIANÇAS DIANTE DE DEUS (PARTE 9)
ENSINANDO AS CRIANÇAS A ADORARO primeiro passo para adorar é a aceitação agradecida do presente de Deus para nós.
A maneira de mostrar a Deus que nós O compreendemos e apreciamos, é aceitar com gratidão o pagamento que Ele fez pelos nossos pecados quando enviou seu Filho para morrer na cruz.
Adore a Deus em campanha de outros.
Deus quer que nós O adoremos com outros cristãos.
Adore a Deus quando estiver sozinho.
Permita que a Palavra de Deus o ajude a se concentrar n'Ele e nas Sua obras.
Outra parte da adoração é falar com Deus e dizer o quanto Ele é maravilhoso. Termine uma dessas sentenças numa oração de louvor a Deus: “Deus eu te amo porque...” “Deus, eu te louvo porque...” “Tu és maravilhoso Deus, porque...”
Use hinos como “A Jesus quero Amar”; “Louvo ao Senhor, porque é meu criador”; “Graças dou, bendito Senhor”, para ajudar você a dizer a Deus que O amam e lhe dá honra.
Podemos adorar ofertando. Podemos dar a Deus todo o nosso ser – nosso tempo, dinheiro, talentos, corpos, mentes, corações.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
PASTOREANDO CRIANÇAS DIANTE DE DEUS (PARTE 8)
PERFIL DO LÍDER (PARTE 2)1. Paixão – qualquer coisa que eu faça, farei bem porque a faço para o Senhor, não para a aprovação dos outros. Col. 3:23A paixão produz:
a. Direção - entusiasmo que nos impulsiona adiante, energia suficiente para cruzar a linha de chegada da realização.
b. Possibilidades – o apaixonado faz coisas de maneira diferente: supera as dificuldades buscando soluções criativas juntamente com a equipe; percebe o fracasso como um degrau para o sucesso, refaz constantemente seus alvos e os alcança por meio de perseverança; aceita desafios que a impulsiona para os limites da perseverança, compreende que “se não houver dor, não há valor”; aceita a disciplina de Deus como uma preciosa demonstração do Seu amor.
As duas maiores paixões de um líder do ministério com crianças devem ser:
2. liderar, encorajar e inspirar os professores.c. Mudança de vida – a mudança de atitude produz compromisso.
• Alegria e vigor – contagiam o ambiente. É ficar contente por fazer diferença no Reino, porque o que fazemos durará para sempre. “Quando você está bem próximo de Cristo, as coisas de Seu reino farão com que a paixão jorre em sua alma”.
• Rotina – monotonia e falta de criatividade.
• Frieza – gastar a maior parte do nosso tempo com pessoas apáticas.
• Incerteza – precisamos estar fixos em um foco. Só começamos a progredir quando falamos sobre passos, planos específicos e horários específicos.
• Vaguear – sem objetivos, você não tem em que se concentrar. Quando investimos essa paixão em objetivos específicos e trabalhamos neles com todas as nossas forças, uma dádiva de Deus, então se torna muito difícil desistirmos de nosso ministério
• Dureza – se você é líder, com certeza alguém não gostará de você. Portanto, não se preocupe com que os outros pensam a seu respeito. Algumas pessoas são como vitral: ou são apenas um vidro ou alguém que reflete a luz.
Três remédios edificantes:
1. associação contagiosa – aproxime-se de pessoas cheias de paixão;
2. orações sinceras – orar por paixão. Tiago 5:16 “A oração de um justo é poderosa e eficaz.”
3. lembretes diários de seus momentos decisivos – com esses lembretes ao nosso redor, podemos constantemente lembrar: “É por isso que estamos aqui ”- grandes coisas fez o Senhor por nós.
Esses lembretes marcam momentos que nos impulsionaram adiante!
Nossa atitude determina nossa altitude. A atitude que você usa é a atitude que você escolhe e ela depende da sua capacidade de distinguir entre a resposta e a reação.
O que causa minha atitude de escorregar:
• Turbulência – nossa auto-estima pode atravessar uma tempestade, devido a um corte brusco na igreja ou por um sentimento de baixa auto-estima. Como você se vê? E como Deus a vê? Se nós esquecemos de manter os olhos em nosso valor, nosso preço eterno, como Deus o vê, nossas atitudes terão tendência para apontar o “nariz para baixo”
• Paralisia – pessoas que não se vêem como vencedoras são, com freqüência, obcecadas por perder.
• Estressando-se – você pode estar usando energia demais. Sua atitude e desempenho podem realmente melhorar, se você reduzir sua velocidade. É preciso ter tempo para renovar-se e deleitar-se, ou seja, rejuvenescer.
• Voltas, voltas e voltas – as expectativas de vida menores, são as pequenas destruidoras de atitudes.
Os líderes eficazes enfrentam dificuldade, desencorajamento e desapontamento.
Muitas vezes é preciso trocá-las, para abrir espaço necessário, para que as boas atitudes floresçam.
O que fazer quando sentir que sua atitude está para vacilar:
* Olhe para cima – mantenha-se focado no que Deus está fazendo no Reino. (Col. 3: 2,3);
A atitude “interpreta” seu mundo
Hoje, posso reclamar porque o tempo está chuvoso, ou posso agradecer porque a grama está sendo regada para mim.
Hoje, posso chorar porque as rosas têm espinhos, ou posso comemorar porque os espinhos têm rosas.
Hoje, posso lamentar a falta que sinto de meus amigos, ou posso embarcar alegremente em uma jornada para descobrir novos relacionamentos.
Hoje, posso murmurar porque tenho de ir para a escola, ou posso abrir minha mente e alimentá-la com novas e ricas gotas de conhecimento.
Hoje, posso ficar chateado porque tenho de limpar a casa, ou posso me sentir honrado porque o Senhor providenciou um abrigo para mim.
Tudo pode ser tirado de um homem, menos uma coisa – o direito de escolher sua atitude em qualquer circunstância; a escolha do seu próprio caminho.
Trabalho em Equipe – As equipes têm um potencial criativo maior do que os indivíduos. “Todos nós juntos somos mais inteligentes do que apenas um de nós”.
Características de uma equipe dinâmica:
• Cooperação – isso requer saber e apreciar histórias uns dos outros, manter contato físico, atitudes de dar e receber, para que a unidade se transforme na poderosa realidade de nossos relacionamentos práticos de trabalho. Ler S.João 17:21.
• Flexibilidade – mudar para atender às necessidades. Flexibilidade para dar conta da demanda que lhe é requerida.
• Compromisso – os propósitos de evangelismo, comunhão, discipulado, serviço e adoração. Programas que ajudarão as crianças a crescer em profundidade, na caminhada espiritual.
• Lealdade - uma equipe pode fracassar porque algo discutido entre o grupo vazou para outras partes interessadas: a famosa fofoca. É muito difícil vencer a quebra de confiança entre os membros de uma equipe.
• Encorajamento - pessoas florescem sob o incentivo e murcham sob a crítica. Todas as vezes que apreciar algo em alguém ao seu lado, você está elevando seu valor, honrando essa pessoa, edificando a equipe e construindo o Reino. Ler I Tess. 5:11
Como cuidar das necessidades de manutenção de sua equipe:
• Deixe constantemente as expectativas bem claras – cada membro da equipe precisa sentir-se pertencente ao grupo e saber que seu papel é vital.
• Proporcione informações e treinamentos para habilidades de uma equipe.
• Abra espaço para compartilhar – não se preocupar apenas em desempenhar as tarefas, mas uns com os outros.
• Sempre dê ênfase à presença de Deus – iniciar cada encontro com uma oração. Desenvolver projetos de oração intercessória durante os encontros.
Honra- Ler Rom. 12:10.
O valor que atribuímos às pessoas faz toda a diferença em como as tratamos e como somos tratados por elas.
Valorize as pessoas através de cartões de aniversário, agradecimentos, telefonemas, visitas, etc.
Nossa própria imagem influencia significativamente nossa “imagem” das pessoas.
Quando vemos outros da maneira como Deus os vê, passamos a tratá-los como Deus os trata também.
Servir em uma atmosfera de respeito mútuo e encorajamento torna o ministério gostoso e digno de todo esforço.
