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segunda-feira, 8 de julho de 2013

ANALIZANDO O BULLYING A LUZ DA BÍBLIA



COMO LIDAR COM O BULLYING QUANDO CHEGA DENTRO DAS IGREJAS?
 
Uma criança que sofre bullying é um herói. É preciso coragem para enfrentar cada dia sabendo que você vai ser insultado ou esmiuçado. Se uma criança chega até você com o problema do bullying, há várias coisas que você pode fazer para ajudar.
Elogiar a criança para vir para a frente. Elogiá-los por sua força para tomar uma posição. Falar palavras de vida a essas crianças. Eles foram feridos e estão propensos a ter baixa auto-estima. 
Certifique-se de que eles entendem que eles podem compartilhar com segurança com você. Muitas crianças que estão sendo vítimas de bullying não tem uma pessoa em quem confiam para falar. Eles podem pensar que não podem falar sobre isso sem repercussões ruins.
Algumas crianças chegam a ter medo de contar para seus pais porque sabem que tomarão atitudes que serão vergonhosas para eles.
As crianças precisam ser ensinadas a ser corajosas e a se defender em seu interior, precisam estar firmadas em Deus e na Palavra de Deus para saberem quem são em Cristo. 
Ensinar uma criança a ter uma auto imagem saudável de si mesma cria uma criança confiante. 
Eles não merecem ser tratados nada menos do que como o tesouro que são.
No livro de Reis lemos a história de Jezabel. Ela era uma valentona que usou seu poder para fazer o mal. Foi preciso coragem de Elias para se levantar contra Jezabel e vencê-la. 
Primeiro Samuel 17 conta a história de Davi e Golias. Um jovem sem formação levantou-se contra um poderoso guerreiro que foi um torturador.David não permitiu que a fraqueza o dominasse. Ele enfrentou Golias com a ajuda de Deus e venceu. Davi sabia o quanto ele era amado por Deus e o quanto Deus cuidava dele.
Uma criança que tenha sofrido bullying podem ter desenvolvido crenças ruins sobre si mesma. 
É importante ensinar as crianças a combater o que foi dito e feito contra eles. 
Incentive-os a compartilhar ou escrever o que foi dito e feito para eles. 
Então, mostre nas Escrituras o que Deus diz sobre isso. 
Se eles dizem que eles são feios: a palavra de Deus diz em Salmos 47:11 que "O Rei está encantado com a sua beleza". 
A vida de cada pessoa tem valor. Nós fomos criados com um propósito (Jeremias 01:05).
Quando cumprimos esse propósito entramos em nosso destino e tocamos a vida dos que nos rodeiam.
Como uma criança percebe o seu valor e importância, consegue levantar-se diante dos obstáculos da vida.

FICA A DICA PARA CADA UM QUE PASSAR POR BULLYING

Em Mateus 27:27-30, os soldados zombam de Jesus
Os soldados do governador levaram Jesus ao palácio, que foi chamado Pretório. Todo o resto dos soldados se reuniu em torno dele. Eles tiraram a roupa dele e colocou um manto de púrpura. Em seguida, eles torceram espinhos juntos para fazer uma coroa. Eles colocaram na cabeça dele. Eles colocaram uma vara em sua mão direita. Em seguida, eles caíram de joelhos na frente dele e fizeram piada com ele. "Salve, rei dos judeus!", Disseram. Eles cuspiram nele. 
Jesus conhece de primeira mão o que é ser intimidado. Depois de Jesus ter sido preso os soldados bateram nele. 
Pode ser difícil falar sobre o abuso que você sofre de um valentão, porque você se sente como se ninguém pudesse te compreender. 
Você pode sempre falar com Jesus, mesmo que se sinta como se não pudesse falar com alguém, porque Ele sabe exatamente o que é ser machucado tanto fisicamente como emocionalmente.
O que você deve ter em mente, no entanto, é que, mais tarde nesta história da Bíblia, Jesus perdoa aqueles que o machucam, dizendo a Seu Pai no céu, "Pai, perdoa-lhes. Eles não sabem o que estão fazendo. "(Lucas 23:32, NVI). 
Há poder no perdão. Por mais difícil que possa ser, você deve seguir o exemplo de Jesus e perdoar os valentões que machucaram você também.

OUTRO EXEMPLO QUE TEMOS É:

Inicialmente, ao falar sobre a questão do assédio moral, volto o meu pensamento foi para as histórias de Davi e do rei Saul. 
Em primeira instancia Davi vence o gigante e algum tempo depois teve que enfrentar o rei Saul tinha alguns problemas de insegurança muito significativas e sentia-se incrivelmente intimidado por David.
Sem nenhuma razão, (exceto por ser ciumento), o rei Saul procurou trazer prejuízos para Davi.
Às vezes, as pessoas que estão lidando com a insegurança ou outras questões vão nos tratar de forma inadequada, assim como o rei Saul fez com Davi. 
Davi teve um nível muito elevado de respeito para com Saul. Ele sabia que Saul era amado por Deus e que tinha sido ungido por Deus, por isso não procurou prejudicar Saul. 
Devemos tirar uma lição aqui.
Mesmo quando um valentão nos trata com desrespeito, é importante lembrar que Deus fez aquele valentão e cuida dele ou dela também. 
Podemos tomar qualquer ação que nossos pais ou professores sugerem, mas é importante lembrar que Deus o(a) ama, e devemos tratá-lo(a) do jeito que Deus o vê.
Ser intimidado é uma coisa difícil de se lidar. É difícil falar, difícil de entender, e difícil de esquecer. 
Eu não conheço uma alma que sabe verdadeiramente um método à prova de gente assim, mas há uma verdade que eu sei, Deus criou cada um e de todos os seres na terra e viu que eles eram bons. 
Você é bom. Você não é insignificante, ou qualquer uma das outras coisas odiosas que estão sendo ditas, ou feitas. Você é bom.
Deus tomou grande cuidado em fazer você do jeito que você é, e viu que tudo era bom sobre você. 
Quando as coisas parecem escuras, lembre-se que você é importante para Deus. Você é uma bela criação. Você tem um lugar especial aqui na Terra.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SEMINÁRIO DE PAIS


O QUE TODO FILHO ESPERA DOS PAIS

1.Que eles sejam os Pais que sempre quiseram ter. (Salmos 128).
2.Que eles se amem. 
3.Que eles se preocupem com relacionamento antes de regras  (Deuteronômio 6.1-9)
4.Que eles tenham compromisso com prioridades  (Mateus 6.33)
5.Que eles tenham desejo de sempre estar próximo (Lucas 15.11-32)
6.Que eles sejam exemplo em tudo que ensinam  (1 Timóteo 4.12)
7.Que eles saibam ministrar disciplina com equilíbrio e sem traumatizar (Efésios 6.4)
8.Que eles ofereçam perdão sério (Mateus 18.21-22)
9.Que eles façam compromisso de amor (Genesis 22.2 , Mateus 3.17)
10.Que eles abençoem sempre e nunca praguejem  (Genesis 1.28)
11.Que eles tenham tempo para aquilo que é importante (Eclesiastes 3.1)

                      SUGESTÕES AOS PAIS SOBRE DISCIPLINA:

1.Mostre que disciplina é um ato de amor (Apocalipse 3.19)
2.Ensine que obediência evita disciplina  (Provérbios 10.13)
3.Aplique disciplina sem raiva  (Provérbios 22.8)
4.Use instrumento certo  (Provérbios 20.30)
5.Aplique a disciplina de modo lúcido  (Mateus 5.5)
7.Após a disciplina invista tempo comunicando-se e orando com seu filho.
 

COMUNIDADE CRISTÃ SHEKINAH
Rua Ciro Costa, 142 – Jardim Piratininga – Limeira SP
Fone (19) 3038-4170
Coordenadora do Projeto Crescer: Pastora Josiane Sanches

quarta-feira, 27 de julho de 2011

AS CONSEQUÊNCIAS DO ABUSO SEXUAL


O que pode acontecer a uma criança que sofreu abuso sexual. O papel da família é essencial na recuperação física e emocional da criança que sofreu abuso sexual. A atenção que deverá proporcionar a esta criança não deve somente centrar-se no cuidado das suas lesões físicas, mas deve ser acompanhada por outros profissionais para dar-lhe também acompanhamento psicológico.

A criança que sofre ou sofreu algum abuso sexual sofrerá consequências a curto e longo prazo. O Manual de Prevenção do Abuso Sexual, publicado por Save the Children (Salvem as crianças), mostra as seguintes consequências:

Consequências a curto prazo do abuso infantil

- Físicas: pesadelos e problemas com o sono, mudanças de hábitos alimentares, perda do controle de esfíncteres.

- Comportamentais: Consumo de drogas e álcool, fugas, condutas suicidas ou de auto-flagelo, hiperatividade, diminuição do rendimento acadêmico.

- Emocionais: medo generalizado, agressividade, culpa e vergonha, isolamento, ansiedade, depressão, baixa auto-estima, rejeição ao próprio corpo (sente-se sujo).

- Sexuais: conhecimento sexual precoce e impróprio para a sua idade, masturbação compulsiva, exibicionismo, problemas de identidade sexual.

- Sociais: déficit em habilidades sociais, retração social, comportamentos antisocicias.

Consequências a longo prazo do abuso sexual infantil

Existem consequências da vivência que permanecem, ou inclusive podem piorar com o tempo, até chegar a configurar patologias definidas. Por exemplo:

- Físicas: dores crônicas gerais, hipocondria ou transtornos psicossomáticos, alterações do sono e pesadelos constantes, problemas gastrointestinais, desordem alimentar.

- Comportamentais: tentativa de suicídio, consumo de drogas e álcool, transtorno de identidade.

- Emocionais: depressão, ansiedade, baixa auto-estima, dificuldade para expressar sentimentos.

- Sexuais: fobias sexuais, disfunções sexuais, falta de satisfação ou incapacidade para o orgasmo, alterações da motivação sexual, maior probabilidade de sofre estupros e de entrar para a prostituição, dificuldade de estabelecer relações sexuais.

- Sociais: problemas de relação interpessoal, isolamento, dificuldades de vínculo afetivo com os filhos.

domingo, 22 de maio de 2011

ABUSO SEXUAL INFANTIL - COMO AGIR

ABUSO SEXUAL INFANTIL


A cada dia que passa vemos mais e mais crianças dentro do meio cristão sendo abusadas, de inúmeras maneiras, entre elas o abuso sexual. Se os pais estivessem mais atentos e tivessem conhecimento de como falar com seus filhos, muitas destas situações poderiam ser evitadas.


Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se vê nas estatísticas, seja quantos milhares forem, devemos ter em mente que, de fato, esse número pode ser bem maior. A maioria desses casos não é reportada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas. E o dano emocional e psicológico, em longo prazo, decorrente dessas experiências pode ser devastador.

O abuso sexual às crianças pode ocorrer na família, através do pai, do padrasto, do irmão ou outro parente qualquer. Outras vezes ocorre fora de casa, como por exemplo, na casa de um amigo da família, na casa da pessoa que toma conta da criança, na casa do vizinho, de um professor ou mesmo por um desconhecido.

Em tese, define-se Abuso Sexual como qualquer conduta sexual com uma criança levada a cabo por um adulto ou por outra criança mais velha. Isto pode significar, além da penetração vaginal ou anal na criança, também tocar seus genitais ou fazer com que a criança toque os genitais do adulto ou de outra criança mais velha, ou o contacto oral-genital ou, ainda, roçar os genitais do adulto com a criança.

Às vezes ocorrem outros tipos de abuso sexual que chamam menos atenção, como por exemplo, mostrar os genitais de um adulto a um criança, incitar a criança a ver revistas ou filmes pornográficos, ou utilizar a criança para elaborar material pornográfico ou obsceno.
A Criança Abusada

Devido ao fato da criança muito nova não ser preparada psicologicamente para o estímulo sexual, e mesmo que não possa saber da conotação ética e moral da atividade sexual, quase invariavelmente acaba desenvolvendo problemas emocionais depois da violência sexual, exatamente por não ter habilidade diante desse tipo de estimulação.

A criança de cinco anos ou pouco mais, mesmo conhecendo e apreciando a pessoa que o abusa, se sente profundamente conflitante entre a lealdade para com essa pessoa e a percepção de que essas atividades sexuais estão sendo terrivelmente más. Para aumentar ainda mais esse conflito, pode experimentar profunda sensação de solidão e abandono.

Quando os abusos sexuais ocorrem na família, a criança pode ter muito medo da ira do parente abusador, medo das possibilidades de vingança ou da vergonha dos outros membros da família ou, pior ainda, pode temer que a família se desintegre ao descobrir seu segredo.

A criança que é vítima de abuso sexual prolongado, usualmente desenvolve uma perda violenta da auto-estima, tem a sensação de que não vale nada e adquire uma representação anormal da sexualidade. A criança pode tornar-se muito retraída, perder a confiaça em todos adultos e pode até chegar a considerar o suicídio, principalmente quando existe a possibilidade da pessoa que abusa ameaçar de violência se a criança negar-se aos seus desejos.

Algumas crianças abusadas sexualmente podem ter dificuldades para estabelecer relações harmônicas com outras pessoas, podem se transformar em adultos que também abusam de outras crianças, podem se inclinar para a prostituição ou podem ter outros problemas sérios quando adultos.

Comumente as crianças abusadas estão aterrorizadas, confusas e muito temerosas de contar sobre o incidente. Com freqüência elas permanecem silenciosas por não desejarem prejudicar o abusador ou provocar uma desagregação familiar ou por receio de serem consideradas culpadas ou castigadas. Crianças maiores podem sentir-se envergonhadas com o incidente, principalmente se o abusador é alguém da família.

Mudanças bruscas no comportamento, apetite ou no sono pode ser um indício de que alguma coisa está acontecendo, principalmente se a criança se mostrar curiosamente isolada, muito perturbada quando deixada só ou quando o abusador estiver perto.

O comportamento das crianças abusadas sexualmente pode incluir:

1.Interesse excessivo ou evitação de natureza sexual;

2.Problemas com o sono ou pesadelos;

3.Depressão ou isolamento de seus amigos e da família;

4.Achar que têm o corpo sujo ou contaminado;

5.Ter medo de que haja algo de mal com seus genitais;

6.Negar-se a ir à escola,

7.Rebeldia e Delinqüência;

8.Agressividade excessiva;

9.Comportamento suicida;

10. Terror e medo de algumas pessoas ou alguns lugares;

11. Retirar-se ou não querer participar de esportes;

12. Respostas ilógicas (para-respostas) quando perguntamos sobre alguma ferida em seus genitais;

13. Temor irracional diante do exame físico;

14. Mudanças súbitas de conduta.

Algumas vezes, entretanto, crianças ou adolescentes portadores de Transtorno de Conduta severo fantasiam e criam falsas informações em relação ao abuso sexual.

Quem é o Agressor Sexual

Mais comumente quem abusa sexualmente de crianças são pessoas que a criança conhece e que, de alguma forma, podem controla-la. De cada 10 casos registrados, em 8 o abusador é conhecido da vítima. Esta pessoa, em geral, é alguma figura de quem a criança gosta e em quem confia. Por isso, quase sempre acaba convencendo a criança a participar desses tipos de atos por meio de persuasão, recompensas ou ameaças.

Mas, quando o perigo não está dentro de casa, nem na casa do amiguinho, ele pode rondar a creche, o transporte escolar, as aulas de natação do clube, o consultório do pediatra de confiança e, quase impossível acreditar, pode estar nas aulas de catecismos da paróquia. Portanto, o mais sensato será acreditar que não há lugar absolutamente seguro contra o abuso sexual infantil.

Segundo a Dra. Miriam Tetelbom, o incesto pode ocorrer em até 10% das famílias. Os adultos conhecidos e familiares próximos, como por exemplo o pai, padrasto ou irmão mais velho são os agressores sexuais mais freqüentes e mais desafiadores. Embora a maioria dos abusadores seja do sexo masculino, as mulheres também abusam sexualmente de crianças e adolescentes.

Esses casos começam lentamente através de sedução sutil, passando a prática de "carinhos" que raramente deixam lesões físicas. É nesse ponto que a criança se pergunta como alguém em quem ela confia, de quem ela gosta, que cuida e se preocupa com ela, pode ter atitudes tão desagradáveis.

A Família da Criança Abusada Sexualmente

A primeira reação da família diante da notícia de abuso sexual pode ser de incredulidade. Como pode ser comum crianças inventarem histórias, de fato elas podem informar relações sexuais imaginárias com adultos, mas isso não é a regra. De modo geral, mesmo que o suposto abusador seja alguém em quem se vinha confiando, em tese a denúncia da criança deve ser considerada.

Em geral, aqueles que abusam sexualmente de crianças podem fazer com que suas vítimas fiquem extremamente amedrontadas de revelar suas ações, incutindo nelas uma série de pensamentos torturantes, tais como a culpa, o medo de ser recriminada, de ser punida, etc. Por isso, se a criança diz ter sido molestada sexualmente, os pais devem fazê-la sentir que o que passou não foi sua culpa, devem buscar ajuda médica e levar a criança para um exame com o psiquiatra.

Os psiquiatras da infância e adolescência podem ajudar crianças abusadas a recuperar sua auto-estima, a lidar melhor com seus eventuais sentimentos de culpa sobre o abuso e a começar o processo de superação do trauma. O abuso sexual em crianças é um fato real em nossa sociedade e é mais comum do que muita gente pensa. Alguns trabalhos afirmam que pelo menos uma a cada cinco mulheres adultas e um a cada 10 homens adultos se lembra de abusos sexuais durante a infância.

O tratamento adequado pode reduzir o risco da criança desenvolver sérios problemas no futuro, mas a prevenção ainda continua sendo a melhor atitude. Algumas medidas preventivas que os pais podem tomar, fazendo com que essas regras de conduta soem tão naturais quanto as orientações para atravessar uma rua, afastar-se de animais ferozes, evitar acidentes, etc. Se considerar que a criança ainda não tem idade para compreender com adequação a questão sexual, simplesmente explique que algumas pessoas podem tentar tocar as partes íntimas (apelidadas carinhosamente de acordo com cada família), de forma que se sintam incomodadas.

1.Dizer às crianças que "se alguém tentar tocar-lhes o corpo e fazer coisas que a façam sentir desconfortável, afaste-se da pessoa e conte em seguida o que aconteceu."

2.Ensinar às crianças que o respeito aos maiores não quer dizer que têm que obedecer cegamente aos adultos e às figuras de autoridade. Por exemplo, dizer que não têm que fazer tudo o que os professores, médicos ou outros cuidadores mandarem fazer, enfatizando a rejeição daquilo que não as façam sentir-se bem.

3.Ensinar a criança a não aceitar dinheiro ou favores de estranhos.

4.Advertir as crianças para nunca aceitarem convites de quem não conhecem.

5.A atenta supervisão da criança é a melhor proteção contra o abuso sexual pois, muito possivelmente, ela não separa as situações de perigo à sua segurança sexual.

6.Na grande maioria dos casos os agressores são pessoas conhecem bem a criança e a família, podem ser pessoas às quais as crianças foram confiadas.

7.Embora seja difícil proteger as crianças do abuso sexual de membros da família ou amigos íntimos, a vigilância das muitas situações potencialmente perigosas é uma atitude fundamental.

8.Estar sempre ciente de onde está a criança e o que está fazendo.

9.Pedir a outros adultos responsáveis que ajudem a vigiar as crianças quando os pais não puderem cuidar disso intensivamente.

10.Se não for possível uma supervisão intensiva de adultos, pedir às crianças que fiquem o maior tempo possível junto de outras crianças, explicando as vantagens do companheirismo.

11.Conhecer os amigos das crianças, especialmente aqueles que são mais velhos que a criança.

12.Ensinar a criança a zelar de sua própria segurança.

13.Orientar sempre as crianças sobre opções do que fazer caso percebam más intenções de pessoas pouco conhecidas ou mesmo íntimas.

14.Orientar sempre as crianças para buscarem ajuda com outro adulto quando se sentirem incomodadas.

15.Explicar as opções de chamar atenção sem se envergonhar, gritar e correr em situações de perigo.

16.Orientar as crianças que elas não devem estar sempre de acordo com iniciativas para manter contacto físico estreito e desconfortável, mesmo que sejam por parte de parentes próximos e amigos.

17.Valorizar positivamente as partes íntimas do corpo da criança, de forma que o contacto nessas partes chame sua atenção para o fato de algo incomum e estranho estar acontecendo.


"E CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ "( João 8.32)


A VERDADE ESTÁ NA PALAVRA DE DEUS, ESTÁ EM LIVROS, ESTUDOS, EM FALAR COM OUTRAS PESSOAS QUE JA PASSARAM POR ISSO, EM BUSCAR AJUDA...


NÃO SE CALEM, DIANTE DE UMA SITUAÇÃO COMO ESTA, NÃO DEIXE SEU FILHO(A) SOFRENDO POR TER VERGONHA DE EXPOR PARA ALGUEM UM LADO SUJO QUE PRECISA SER TRATADO.


SÓ DEUS PODE TRANSFORMAR MALDIÇÃO EM BENÇÃO, SÓ DEUS PODE CURAR AS FERIDAS EMOCIONAIS DE UMA CRIANÇA ABUSADA E SÓ ELE É A SUA JUSTIÇA.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O QUE LEVA UMA CRIANÇA A SER MAU COMPORTADA E AGRESSIVA?

Muitas crianças agressivas ou com mau comportamento apresentam, na verdade, um sofrimento psíquico. Ao contrário do que se pensava, os transtornos mentais podem iniciar-se já na fase infantil, sendo então bastante devastadores na vida do indivíduo.

A alteração comportamental é uma das maneiras mais comuns da criança manifestar tristeza, medo, ansiedade, inveja, baixa auto-estima, ou sofrimentos psíquicos de outra natureza.

É incomum que a criança consiga verbalizar seu sofrimento.

Ela ainda não possui linguagem e pensamento amadurecidos para isso. Isto acontece porque a criança encontra-se ainda em DESENVOLVIMENTO e, a imaturidade dos seus sistemas nervoso e emocional faz com que ela tenha muito mais manifestações comportamentais do que verbais.

As crianças podem tornar-se agressivas, terem queda de seu rendimento escolar ou mesmo mudarem sua "personalidade" em decorrência de um estresse emocional ou até mesmo um transtorno psiquiátrico mais sério.

O mau-comportamento deve servir de alerta aos pais, para procurarem ajuda para seus filhos.

O diagnóstico e tratamento precoces podem evitar isto!

Costumamos graduar o mau-comportamento de crianças e adolescentes segundo a seguinte escala:

desobediência

mentira

roubo

cabular aula

fuga

destruição

incendiarismo

abuso de drogas

crueldade

violência

Esta escala descreve uma evolução do mau-comportamento em termos de gravidade e de evolução ao longo da vida, ou seja: crianças pequenas que começam a apresentar desobediência, e que não foram adequadamente orientadas pelos pais, poderão usar drogas e cometer atos violentos na adolescência.


DESOBEDIÊNCIA - desobedecer significa contrariar a autoridade do outro, quer sejam os pais, professor, etc. Ela pode se manifestar de diversas maneiras: " passividade: a criança ouve, fica quieta e faz o que quer; " enfrentamento pela negativa: "não quero"; "não vou"; " negativismo, ou seja, agir pelo não: faz exatamente o contrário do que lhe foi solicitado. Muitas crianças pequenas desobedientes apresentam, na verdade, o que chamamos Transtorno Opositor Desafiante: é um padrão constante e repetitivo de enfrentamento e desobediência, que acaba por interferir no desenvolvimento da personalidade da criança, tornando-a susceptível a desenvolver comportamentos mais sérios na adolescência/ vida adulta, como uso de drogas ou delinqüência.


MENTIRA - é uma atitude voluntária de falsificar a verdade. Começa a aparecer em geral, após os 3 anos de idade. Antes disso, o que temos são fantasias e não mentiras propriamente ditas. Existem 3 principais motivos que levam uma criança a mentir: " quando teme alguma coisa (apanhar, por exemplo): quando as crianças não têm muita liberdade para expressarem seus sentimentos ou ações (um ambiente muito repressor e/ou violento), acabam aprendendo a mentir como forma de receberem menos punições; " quando quer alguma coisa: ambientes que nunca gratificam a criança podem fazer com que ela passe a mentir ou até simular doenças, para conseguir o que quer; " quando quer mostrar que conhece a falsidade: pessoas que cuidam de crianças (pais, cuidadores, professores, etc) e que possuem o hábito de mentir, inventar histórias, prometer coisas que depois não cumprirão, podem fazer com que as crianças passem a apresentar este mesmo tipo de comportamento, como espécie de imitação.


ROUBO - a partir dos 2 anos, a criança passa a ter noção do "meu" e do "teu"; dos 3 para 4 anos, ela passa de fato a ter noção de propriedade e, portanto, todo roubo que ela passar a realizar a partir daí, será consciente e acompanhado da noção de culpa. Devemos avaliar o que a criança rouba: é menos grave roubar um objeto bonito e que lhe chame muito a atenção do que roubar um objeto do cotidiano, que não tenha nenhum atrativo visual. Assim, não devemos medir a gravidade do ato de roubar de uma criança pelo valor do objeto mas sim, pela compreensividade daquele objeto ter despertado o interesse e a curiosidade daquela criança. Assim, roubar um lápis pode ser mais grave do que roubar um enfeite qualquer de cristal.


CABULAR AULAS - mais comum em crianças maiores, a partir do 6º. ano (antiga 5ª. série) do ensino fundamental. Esta "transgressão" pode estar associada a uma série de fatores: impaciência em permanecer na sala de aula; não acompanhamento do conteúdo escolar; seguir o grupo; sentimentos de inadequação com relação aos outros colegas de classe, entre outros. O ato de cabular aula, isoladamente, pode não ser nada de mais. Faz parte do desenvolvimento normal, principalmente na fase da adolescência, apresentar este tipo de comportamento. Cabe aos pais e à escola investigar as possíveis causas do comportamento e impedir novos episódios. Muitas vezes, entretanto, esta é a exteriorização de algum sofrimento psíquico-emocional pelo qual a criança ou o adolescente estejam passando. A ajuda de profissionais especializados nestes problemas e nesta faixa etária, poderá minimizar possíveis conseqüências desastrosas para o futuro.


FUGA - uma criança de 2 ou 3 anos pode já apresentar "escapadas" de casa: sair para ir à algum lugar. Há uma finalidade consciente, mas não há ainda uma consciência plena de "transgressão". Na fuga propriamente dita, além de haver maior clareza, por parte da criança, sobre seu "ato transgressor", não há uma finalidade no comportamento em si. Neste sentido, ele é muito mais preocupante e pode indicar presença de doenças psíquicas ou emocionais na criança.


DESTRUIÇÃO - geralmente indica uma descarga de agressividade. A maneira como o adulto lida com isso será fundamental para a evolução deste comportamento, que poderá ser benigna, com sua extinção ou maligna, com evolução para comportamentos delinqüênciais. Algumas doenças neurológicas ou psiquiátricas podem estar envolvidas e, crianças que apresentam episódios de destruição muito intensos ou muito freqüentes deverão ser vistas por um especialista.


INCENDIARISMO - é a destruição pelo fogo. Pode iniciar-se numa criança, apenas como forma de ela "medir" o seu poder. Mas pode evoluir de uma maneira bastante negativa, como forma de ato vingativo, tornando-se assim um ato delinqüencial. Neste caso, estará sempre ligado a aspectos de afetividade intensa (ódio, inveja, etc) e poucos recursos para conter estes afetos.


ABUSO DE DROGAS - as drogas alteram nosso estado de consciência e, em geral, trazem sensações físicas agradáveis, razão pela qual seus usuários buscam repetir seus efeitos, tornando-se assim dependentes. Em nosso meio, é cada vez mais precoce a experimentação de substâncias ilícitas. No adolescente a experimentação, por si só, não constitui um comportamento patológico; ela está incluída numa atitude global de busca por novas experiências que lhe façam sentido, na construção de uma identidade. Entretanto, alguns fatores de risco estão associados à manutenção deste uso: " A curiosidade natural do adolescente é um dos fatores de risco mais importantes, posto ser o que o moverá para experimentar a substância, estando assim sob risco de desenvolver dependência; " O fácil acesso às drogas e as oportunidades de uso; " Ser do sexo masculino (meninos experimentam mais do que as meninas); " Influência de modismos; " Condições familiares, tanto pelo aspecto genético (filhos de pais dependentes apresentam 4 vezes mais chance de o serem também) quanto pelos aspectos ambientais, fortemente relacionados ao início do uso; " Uso de drogas por pais e/ ou amigos; " Relacionamento ruim com os pais; " Fatores internos do adolescente, como insatisfação e não-realização em suas atividades, insegurança, baixa auto-estima e sintomas depressivos; " Baixo desempenho escolar. O uso de drogas afeta diretamente o desenvolvimento da criança e do adolescente, principalmente com relação às funções cognitivas (capacidade de raciocinar, aprendizagem, etc), capacidade de julgamento, humor e os relacionamentos interpessoais. Quanto mais precoce o início do uso, maiores serão as deficiências nestas áreas.


CRUELDADE - aqui, o impulso destrutivo não é movido pela emoção violenta, mas sim pelo prazer que o indivíduo sente em ver o sofrimento alheio, quer seja de outra pessoa ou um animal. Quanto menor a idade da criança, mais grave serão as conseqüências deste tipo de atitude em seu desenvolvimento.


VIOLÊNCIA E CONDUTA ANTI-SOCIAL - crianças e adolescentes com comportamentos violentos e "anti-sociais" recorrentes apresentam o que chamamos "Transtorno de Conduta". Dentre suas características, destacam-se: o tendência permanente para apresentar comportamentos que incomodam e perturbam; o envolvimento em atividades perigosas e até mesmo ilegais; o não apresentam sofrimento psíquico ou constrangimento com as próprias atitudes; o não se importam em ferir os sentimentos das pessoas ou desrespeitar seus direitos; o não possuem capacidade de aprender com as conseqüências negativas dos seu próprios atos. O transtorno de conduta está geralmente associado ao baixo rendimento escolar e a problemas de relacionamento com colegas. É importante lembrar que crianças vítimas de violência podem apresentar comportamentos anti-sociais como reação de estresse. O tratamento para todos estes transtornos acima citados requer, muitas vezes, as abordagens psicoterápica, medicamentosa ou ambas. Sua duração é, em geral, bem menor que o tratamento do adulto e, quanto mais cedo for iniciado, menor a chance de evoluir para um transtorno crônico na vida adulta, com necessidade de tratamento para o resto da vida.


NÓS COMO IGREJA PRECISAMOS ESTAR ATENTOS A ESTES SINTOMAS, CRIANÇAS QUE TEM COMPORTAMENTO AGRESSIVO, DESATENTO, INDIFERENTE... PRECISAM DE UMA ATENÇÃO ESPECIAL.

MUITAS VEZES QUANDO RECEBEMOS CRIANÇAS ASSIM EM NOSSAS IGREJAS, DAMOS GRAÇAS A DEUS QUANDO ELAS FALTAM, MAS O NOSSO CORAÇÃO DEVE SER BATIZADO DE AMOR, E PRECISAMOS ACEITÁ-LAS COMO ESTÃO.

PRECISAMOS GASTAR UM TEMPO MAIOR COM ELAS E PROCURAR SABER O QUE ESTA ACONTECENDO....FALAR COM OS PAIS, ORAR COM A CRIANÇA E COM A FAMÍLIA, SE FOR O CASO PASSAR COM ESSA FAMÍLIA POR UM ATENDIMENTO PASTORAL E EM ÚLTIMO CASO ENCAMINHAR A CRIANÇA PARA QUE RECEBA AJUDA MÉDICA.

QUANDO UMA PESSOA É TRATADA AINDA NA INFÂNCIA, A TENDENCIA É QUE SEJA CURADA COM MAIS FACILIDADE, CASO CONTRARIO, PASSARA UMA VIDA INTEIRA SENDO MAU COMPREENDIDA E SEM ACEITAÇÃO.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

PASTOREANDO CRIANÇAS DIANTE DE DEUS (PARTE 10)

O QUE AS NOSSAS CRIANÇAS ESTÃO VENDO?

"E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:2).

O quê este século tem nos trazido? O quê tem entrado em nossa casa, nossa mente, nosso espírito? O quê tem sido ensinado a nossas crianças?

Você que é pai (mãe), avô(ó), tio(a), professor(a), já parou para meditar sobre isso? Já elaborou estratégias para não se deixar conformar por este mundo e não permitir que isso aconteça com suas crianças?

Todos os dias vemos as mais ardilosas estratégias de satanás para tomar a mente das nossas crianças, desenhadas de forma muito clara em todos os aspectos da nossa vida. E nós, muitas vezes, por não darmos a atenção necessária a coisas simples como brinquedos, roupas, sapatos, um celular, um programa de televisão, um jogo, nos deixamos ser conformados com este mundo e não buscamos a renovação da mente, nem para nós, nem para os nossos filhos. Geralmente o que se ouve é: "ah, isso é tolice" ou "besteira, que mal isso pode fazer?", ou ainda "já tenho tanta coisa pra fazer, vou perder tempo com mais isso? Na igreja ele aprende sobre isso!". E assim, sem atentarmos, o inferno se instala dentro da nossa própria casa.

Por que estamos falando isso?

Se você já teve a curiosidade de ver alguns quadros do programa da Xuxa (exemplo de uma programação antiga, muito vista por crianças mais velhas), deve ter visto a personagem bruxa Keka, que dá dicas aos pequenos de como uma criança deve de comportar. Entre as "pérolas" apresentadas por ela, veja algumas:

- Toda criança deve brigar, mentir, pois isso é divertido;
- Criança não deve escovar os dentes, pentear os cabelos nem limpar os ouvidos;
- Se o seu irmãozinho estiver dormindo, faça bastante barulho perto dele, belisque, até que acorde;
- Criança não deve obedecer aos pais nem a ninguém. Obedecer é muito chato.

Além deste programa, temos seriados como "Malhação" e novelas direcionadas para as crianças, “os Mutantes” foi um verdadeiro atentado ao pudor, à moral, ao respeito, aos princípios da Palavra de Deus, sem contar o número de demônios que a novela representava. E tantas outras coisas que nos agridem diariamente, assim como à nossa família.

O Ministério de Crianças tem se preocupado em levar aos pequenos todos esses ensinamentos, mas precisamos de vocês, pais e responsáveis, para lutarmos contra estes principados malignos.

Instrua, converse, aconselhe seus filhos em relação a essas coisas. E dê exemplo! Não assista a essas coisas e nem permita que outras pessoas dentro da sua casa assistam (Veja Deuteronômio 11:18-21). Se você ensinar seu filho no caminho em que ele deve andar, certamente não se desviará dele (Pv 22:6).

Não se conforme e nem deixe a sua casa estar conformada com este século, mas esteja buscando a transformação da sua mente e a de sua família, através da Palavra de Deus.

Então, você e a sua casa conhecerão qual é a boa, agradável e perfeita vontade do Pai.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

PASTOREANDO CRIANÇAS DIANTE DE DEUS (PARTE 9)

ENSINANDO AS CRIANÇAS A ADORAR

Adorar não é só ficar sentado num banco como um espectador, ouvindo um pastor ou líder falar sobre Deus. È pensar sobre Deus.

Adorar é reservar tempo para apreciar quem é Deus é, o que Ele fez e o que está fazendo. É responder a Ele com reverência, louvor e alegria.
O primeiro passo para adorar é a aceitação agradecida do presente de Deus para nós.
A maneira de mostrar a Deus que nós O compreendemos e apreciamos, é aceitar com gratidão o pagamento que Ele fez pelos nossos pecados quando enviou seu Filho para morrer na cruz.

Se aceitarmos Jesus como Salvador, o próprio Senhor virá viver em nós, e compreendermos como Deus é verdadeiramente grande e bom. Depois disso é que começa a verdadeira adoração.
Adore a Deus em campanha de outros.
Deus quer que nós O adoremos com outros cristãos.

No Salmo 43.3, Davi nos chama para adorar, dizendo: “Engrandecei o Senhor comigo, e todos, à uma, lhe exaltaremos o nome”.

Ir à igreja ou a uma classe e estudos não significa que você está adorando. Você adora quando pensa em Deus ao cantar, orar e aprender a Sua Palavra.

Concentre-se em Deus e reúna-se a outros para honrá-lO.
Adore a Deus quando estiver sozinho.

Você pode adorar a Deus a qualquer hora, em qualquer lugar. Aprenda a viver cada dia pensando sobre Deus e agradecendo a Ele por ser Quem é e pelo que fez.

Quando o sol, ou a chuva, baterem em sua janela pela manhã, agradeça a Deus por dar-lhe um novo dia.

Cante uma melodia de louvor enquanto se veste.

Ajoelhe-se junto à sua cama e adore a Deus, entregando-se a Ele para servi-lO durante o dia. Lembre-se também de que está cercado pelas Suas maravilhas. Aprecie a água quando lava o rosto.

Note as cores, os tecidos e os perfumes. Pense sobre a fruta, o leite, o pão que vai comer no café da manhã.

A criação de Deus não é realmente prodigiosa?

Enquanto vai para a escola, olhe o lindo céu, as árvores, as flores e os animais. Sinta o seu coração batendo, examine os seus dedos em ação. Reflita! O Deus maravilhoso que fez você e todas as coisas passa o dia seu lado.

Diga a Ele como está grato pelo Seu amor e pela promessa do Seu cuidado contínuo. Alegre-se com a Sua presença desde o momento que acorda até a hora em que faz a sua oração de boa-noite.

Use a Palavra de Deus para ajudar você a adorar.
Permita que a Palavra de Deus o ajude a se concentrar n'Ele e nas Sua obras.

Os Salmos e muitas outras passagens das Escrituras são palavras de louvor ditas a Deus (1 Crônicas 16.34/ Salmos 95.100), e você pode usar algumas passagens, como o Salmo 23, como oração a Deus para adorá-lO “Obrigado, Deus, por ser meu pastor, por prometer que nada vai me faltar...”


Adore a Deus em oração.
Outra parte da adoração é falar com Deus e dizer o quanto Ele é maravilhoso. Termine uma dessas sentenças numa oração de louvor a Deus: “Deus eu te amo porque...” “Deus, eu te louvo porque...” “Tu és maravilhoso Deus, porque...”


Cantar é um meio de Adoração.
Use hinos como “A Jesus quero Amar”; “Louvo ao Senhor, porque é meu criador”; “Graças dou, bendito Senhor”, para ajudar você a dizer a Deus que O amam e lhe dá honra.


Faça da oferta um Ato de adoração.
Podemos adorar ofertando. Podemos dar a Deus todo o nosso ser – nosso tempo, dinheiro, talentos, corpos, mentes, corações.


Você e eu damos tempo a Deus quando praticamos boas ações.


Dando dinheiro a Ele, colocando-o na oferta da igreja, para ajudar as pessoas necessitadas, e para sustentar os missionários. Como você pode dar a Deus os seus talentos? Seu corpo? Sua mente? Seu coração? Malaquias 3.10 mostra as maneiras especiais de Deus recompensar a nossa contribuição.

Adorar é bom! Os que fazem da adoração uma parte de sua vida diária, descobrem o segredo de uma alegria verdadeira e duradoura (Salmos 91. 1-2/ Isaias 26.3)

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

PASTOREANDO CRIANÇAS DIANTE DE DEUS (PARTE 8)

PERFIL DO LÍDER (PARTE 2)


Quatro Princípios Fundamentais para Líderes dos Ministérios da Criança e do Adolescente


1. Paixão – qualquer coisa que eu faça, farei bem porque a faço para o Senhor, não para a aprovação dos outros. Col. 3:23A paixão produz:

a. Direção - entusiasmo que nos impulsiona adiante, energia suficiente para cruzar a linha de chegada da realização.

b. Possibilidades – o apaixonado faz coisas de maneira diferente: supera as dificuldades buscando soluções criativas juntamente com a equipe; percebe o fracasso como um degrau para o sucesso, refaz constantemente seus alvos e os alcança por meio de perseverança; aceita desafios que a impulsiona para os limites da perseverança, compreende que “se não houver dor, não há valor”; aceita a disciplina de Deus como uma preciosa demonstração do Seu amor.


As duas maiores paixões de um líder do ministério com crianças devem ser:

1. ver uma criança aceitar a Jesus e vê-la crescer em maturidade espiritual

2. liderar, encorajar e inspirar os professores.c. Mudança de vida – a mudança de atitude produz compromisso.

Características de uma pessoa apaixonada:

• Alegria e vigor – contagiam o ambiente. É ficar contente por fazer diferença no Reino, porque o que fazemos durará para sempre. “Quando você está bem próximo de Cristo, as coisas de Seu reino farão com que a paixão jorre em sua alma”.


• Entusiasmo e expectativa – “ao ministrarmos para as crianças e para a nossa família, precisamos ser as pessoas mais entusiasmadas do mundo, porque estamos vivendo dentro do laço do amor, da graça e do poder de Deus”.

• Resultados excepcionais – os resultados espirituais florescem em razão de sua paixão pelo ministério. As crianças se lembrarão de você como alguém cheio de paixão que as amava, as valorizava e as honrava. As crianças podem se esquecer das lições que você ensinou, mas se lembrarão de quem é você.

Venenos mortais contra a paixão:

• Rotina – monotonia e falta de criatividade.
• Frieza – gastar a maior parte do nosso tempo com pessoas apáticas.
• Incerteza – precisamos estar fixos em um foco. Só começamos a progredir quando falamos sobre passos, planos específicos e horários específicos.
• Vaguear – sem objetivos, você não tem em que se concentrar. Quando investimos essa paixão em objetivos específicos e trabalhamos neles com todas as nossas forças, uma dádiva de Deus, então se torna muito difícil desistirmos de nosso ministério
• Dureza – se você é líder, com certeza alguém não gostará de você. Portanto, não se preocupe com que os outros pensam a seu respeito. Algumas pessoas são como vitral: ou são apenas um vidro ou alguém que reflete a luz.

Três remédios edificantes:

1. associação contagiosa – aproxime-se de pessoas cheias de paixão;
2. orações sinceras – orar por paixão. Tiago 5:16 “A oração de um justo é poderosa e eficaz.”
3. lembretes diários de seus momentos decisivos – com esses lembretes ao nosso redor, podemos constantemente lembrar: “É por isso que estamos aqui ”- grandes coisas fez o Senhor por nós.

Esses lembretes marcam momentos que nos impulsionaram adiante!
Nossa atitude determina nossa altitude. A atitude que você usa é a atitude que você escolhe e ela depende da sua capacidade de distinguir entre a resposta e a reação.

O que causa minha atitude de escorregar:

• Turbulência – nossa auto-estima pode atravessar uma tempestade, devido a um corte brusco na igreja ou por um sentimento de baixa auto-estima. Como você se vê? E como Deus a vê? Se nós esquecemos de manter os olhos em nosso valor, nosso preço eterno, como Deus o vê, nossas atitudes terão tendência para apontar o “nariz para baixo”
• Paralisia – pessoas que não se vêem como vencedoras são, com freqüência, obcecadas por perder.
• Estressando-se – você pode estar usando energia demais. Sua atitude e desempenho podem realmente melhorar, se você reduzir sua velocidade. É preciso ter tempo para renovar-se e deleitar-se, ou seja, rejuvenescer.
• Voltas, voltas e voltas – as expectativas de vida menores, são as pequenas destruidoras de atitudes.

Os líderes eficazes enfrentam dificuldade, desencorajamento e desapontamento.

Tiago 1:2-4. Precisamos manter uma clara perspectiva de vida, uma clara perspectiva de nossas expectativas.
Muitas vezes é preciso trocá-las, para abrir espaço necessário, para que as boas atitudes floresçam.

O que fazer quando sentir que sua atitude está para vacilar:

* Olhe para cima – mantenha-se focado no que Deus está fazendo no Reino. (Col. 3: 2,3);

* Desacelere - todos fazemos escolhas mais acertadas quando paramos por um momento;

* Alcance pessoas – que o seu foco seja ajudar os outros a alcançar o potencial que têm. A vida das crianças e dos membros de sua equipe serão renovadas, e as pessoas se sentirão encorajadas, simplesmente pelo fato de estar em contato com você.

A atitude “interpreta” seu mundo

Hoje, posso reclamar porque o tempo está chuvoso, ou posso agradecer porque a grama está sendo regada para mim.
Hoje, posso chorar porque as rosas têm espinhos, ou posso comemorar porque os espinhos têm rosas.
Hoje, posso lamentar a falta que sinto de meus amigos, ou posso embarcar alegremente em uma jornada para descobrir novos relacionamentos.
Hoje, posso murmurar porque tenho de ir para a escola, ou posso abrir minha mente e alimentá-la com novas e ricas gotas de conhecimento.
Hoje, posso ficar chateado porque tenho de limpar a casa, ou posso me sentir honrado porque o Senhor providenciou um abrigo para mim.

Tudo pode ser tirado de um homem, menos uma coisa – o direito de escolher sua atitude em qualquer circunstância; a escolha do seu próprio caminho.

Trabalho em Equipe – As equipes têm um potencial criativo maior do que os indivíduos. “Todos nós juntos somos mais inteligentes do que apenas um de nós”.

Características de uma equipe dinâmica:

• Cooperação
– isso requer saber e apreciar histórias uns dos outros, manter contato físico, atitudes de dar e receber, para que a unidade se transforme na poderosa realidade de nossos relacionamentos práticos de trabalho. Ler S.João 17:21.
• Flexibilidade – mudar para atender às necessidades. Flexibilidade para dar conta da demanda que lhe é requerida.
• Compromisso – os propósitos de evangelismo, comunhão, discipulado, serviço e adoração. Programas que ajudarão as crianças a crescer em profundidade, na caminhada espiritual.
• Lealdade - uma equipe pode fracassar porque algo discutido entre o grupo vazou para outras partes interessadas: a famosa fofoca. É muito difícil vencer a quebra de confiança entre os membros de uma equipe.
• Encorajamento - pessoas florescem sob o incentivo e murcham sob a crítica. Todas as vezes que apreciar algo em alguém ao seu lado, você está elevando seu valor, honrando essa pessoa, edificando a equipe e construindo o Reino. Ler I Tess. 5:11

Como cuidar das necessidades de manutenção de sua equipe:

• Deixe constantemente as expectativas bem claras – cada membro da equipe precisa sentir-se pertencente ao grupo e saber que seu papel é vital.
• Proporcione informações e treinamentos para habilidades de uma equipe.
• Abra espaço para compartilhar – não se preocupar apenas em desempenhar as tarefas, mas uns com os outros.
• Sempre dê ênfase à presença de Deus – iniciar cada encontro com uma oração. Desenvolver projetos de oração intercessória durante os encontros.

Honra- Ler Rom. 12:10.

O valor que atribuímos às pessoas faz toda a diferença em como as tratamos e como somos tratados por elas.

A honra determina o sucesso do nosso ministério.
Valorize as pessoas através de cartões de aniversário, agradecimentos, telefonemas, visitas, etc.
Nossa própria imagem influencia significativamente nossa “imagem” das pessoas.
Quando vemos outros da maneira como Deus os vê, passamos a tratá-los como Deus os trata também.
Servir em uma atmosfera de respeito mútuo e encorajamento torna o ministério gostoso e digno de todo esforço.