Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de dezembro de 2013

VIDA CRISTÃ x VIDA FINANCEIRA





Vida Cristã X Vida financeira

Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas? (Lucas 16:11)

Observo diariamente as pessoas correrem de um lado para o outro, apressadamente.
Muitas delas, dentro de seus carros, atravessam a cidade, num movimento frenético para irem ao trabalho e depois voltarem para casa.
O que impulsiona tais pessoas a acordarem tão cedo e retornarem tão tarde, deixando pouquíssimo tempo para o relacionamento familiar?
Agora aguço minha lente visual e começo a perceber que, pessoas que se autodenominam cristãs, parecem estar seguindo o mesmo ritmo dos não cristãos e consigo enxergar pouca diferença entre eles, e me pergunto: Onde perdemos o bonde de uma vida cristã genuína, que poderia nos trazer senso de realização?
Tenho observado o quanto nós cristãos temos sido influenciados pelo pensamento secular na forma de lidar com o dinheiro e posses materiais. 
As estatísticas revelam que há pouca diferença entre cristãos e não cristãos em relação a gastar, dar, economizar, endividamento pessoal e empresarial e o ensino dos filhos, entre outras coisas.
Na parábola do administrador infiel (Lucas 16:1-15), Jesus chama a nossa atenção para administramos corretamente as riquezas materiais, pois elas têm um impacto direto no nosso relacionamento com o Senhor. 
Na verdade, só através de um gerenciamento apropriado dessas riquezas materiais é que poderemos alcançar a verdadeira riqueza: Um relacionamento íntimo com o Senhor e todos os benefícios decorrentes desse relacionamento.
Jesus foi enfático ao contar esta parábola a dirigiu-a nitidamente aos fariseus, pois eles amavam o dinheiro. 
Na condição de cristãos não podemos amar o Senhor e o dinheiro (Lucas 16:13)
Em sua vida diária, você está conseguindo tempo para se relacionar com Deus, com sua família e com as pessoas ao seu redor, ou a busca da riqueza material está lhe roubando a vitalidade desses relacionamentos?
Oro a Deus para que através desta reflexão, você renove sua visão para buscar diariamente o Senhor, pois Ele está de braços abertos, para ouvi-lo, falar-lhe ao coração e entregar-lhe as verdadeiras riquezas.

"Contudo, Deus lhe disse: 'Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?” (Lucas 12:20).

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

SEMINÁRIO DE PAIS


O QUE TODO FILHO ESPERA DOS PAIS

1.Que eles sejam os Pais que sempre quiseram ter. (Salmos 128).
2.Que eles se amem. 
3.Que eles se preocupem com relacionamento antes de regras  (Deuteronômio 6.1-9)
4.Que eles tenham compromisso com prioridades  (Mateus 6.33)
5.Que eles tenham desejo de sempre estar próximo (Lucas 15.11-32)
6.Que eles sejam exemplo em tudo que ensinam  (1 Timóteo 4.12)
7.Que eles saibam ministrar disciplina com equilíbrio e sem traumatizar (Efésios 6.4)
8.Que eles ofereçam perdão sério (Mateus 18.21-22)
9.Que eles façam compromisso de amor (Genesis 22.2 , Mateus 3.17)
10.Que eles abençoem sempre e nunca praguejem  (Genesis 1.28)
11.Que eles tenham tempo para aquilo que é importante (Eclesiastes 3.1)

                      SUGESTÕES AOS PAIS SOBRE DISCIPLINA:

1.Mostre que disciplina é um ato de amor (Apocalipse 3.19)
2.Ensine que obediência evita disciplina  (Provérbios 10.13)
3.Aplique disciplina sem raiva  (Provérbios 22.8)
4.Use instrumento certo  (Provérbios 20.30)
5.Aplique a disciplina de modo lúcido  (Mateus 5.5)
7.Após a disciplina invista tempo comunicando-se e orando com seu filho.
 

COMUNIDADE CRISTÃ SHEKINAH
Rua Ciro Costa, 142 – Jardim Piratininga – Limeira SP
Fone (19) 3038-4170
Coordenadora do Projeto Crescer: Pastora Josiane Sanches

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NA INFÂNCIA

ENSINANDO A CRIANÇA A ADMINISTRAR AS PRÓPRIAS FINANÇAS

Para alguns adultos, lidar com dinheiro é um bicho-de-sete-cabeças.

O segredo é começar cedo, desde criança. Não podemos ter dificuldade ou adiar o momento de tratar deste tema tão importante. Temos que buscar o caminho para transformar os pequenos em adultos mais responsáveis quando o assunto é finanças.

Muitos pais não estão dando conta disso, mas é necessário que assumam este papel de instrução. Neste caso, a escola e a igreja também podem contribuir como conselheiras no assunto.

A educação financeira começa cedo. Recomenda-se que os adultos apresentem aos filhos moedas e cédulas, mostrando como elas podem ser coloridas. Entre os 2 e 3 anos de idade, já é possível mostrar as diferenças entre o que é caro e barato. Também se pode ensinar a discernir entre o que se compra por necessidade e por impulso. Esses são alguns dos segredos para ter habilidade financeira. É nessa fase inicial que pais e educadores podem fazer as crianças compreender que não se deve desperdiçar dinheiro.

Desde cedo é preciso fazer cuidar dos desperdícios, controlar os impulsos de consumo, explicar que tipo de trabalho os pais realizam.
Mostrar a diferença entre coisas caras e baratas, estimular a participar do orçamento doméstico ou de algum evento melhora a capacidade de planejamento.

Outro item difícil para os pais é o das mesadas. Dê mesada ao seu filho e cuide para que a mesada seja um instrumento de maturidade financeira, é preciso aprender adiar desejos para benefícios futuros. Faça uma relação dos gastos com a mesada, evitando dar dinheiro picados durante o mês.
O ideal é começar com semanadas a partir dos 3 anos e só pular para as mesadas depois dos 10 anos de idade. Quanto ao valor, há uma fórmula simples: R$ 1 por ano de idade por semana. A mesada pode ser um excelente instrumento para o amadurecimento, mas, se for mal dosada pelos pais, pode se transformar em uma fonte de conflitos desastrosos.

Deve-se conscientizar que o dinheiro precisa ser gasto de forma ética, honesta e justa. Envolva os avós na educação dos seus filhos, mas nunca estabeleça nenhuma relação da mesada ao cumprimento de tarefas em casa ou ao bom desempenho escolar. O contrário também vale: não se deve cortar a mesada apenas como forma de castigo.

Deixar que os filhos gastem com o que quiserem pode até ser doloroso, mas os pais não têm de se meter no assunto. Eles precisam deixar a criança fazer as próprias escolhas. Aprender a lidar com dinheiro exige tempo e persistência. É até positivo quando os filhos vão à falência algumas vezes. Vai fazer com que se policiem sobre erros e não os cometam na vida adulta.


Dicas para educar seu filho financeiramente

· Ensine seu filho a distinguir as coisas que compramos porque queremos daquelas que compramos por necessidade. Muito da habilidade financeira depende disso
· Faça seu filho compreender que é importante não desperdiçar dinheiro. Apresente moedas e cédulas a ele, mostrando diferenças de tamanho e cor. Só se respeita o que se conhece
· Compras devem respeitar listas. Chame seu filho para elaborar a lista do supermercado e deixe-o responsável por checá-la
· Provoque a atenção de seu filho para coisas caras e baratas. É o primeiro passo que leva à racionalidade na hora de usar dinheiro
· Se seu orçamento permitir, dê a seu filho uma semanada. Assim, a criança aprende a tomar decisões desde cedo. Comece com R$ 1 por ano de idade por semana
· Troque a semanada por uma mesada
· Aprender a lidar com dinheiro lva tempo e exige persistência. Não se sinta desanimado se seu filho 'falir'. Pequenos erros vão ensiná-lo a não cometer outros no futuro
· Não se torture por não poder dar ao seu filho tudo o que ele quer, entenda que será muito melhor pra ele. Se seu filho ganhar tudo o que deseja não saberá o valor que tem.
· Resista à tentação de presentear seu filho a todo momento. Faça isso somente em ocasiões propícias
· Quando seu filho estiver maduro, ensine-o que a mesada pode ser dividida em duas partes: uma para gastar e outra para poupar
· Proponha metas, as crianças precisam ser estimuladas a ganhar seu próprio dinheiro, principalmente quando menos precisam.
· E não esqueça é importante que eles sigam uma profissão pela qual eles tenham habilidade.

O SUCESSO FINANCEIRO DOS FILHOS DEPENDE DO EXEMPLO QUE RECEBEM EM CASA, TODO PAI E MÃE É CAPAZ DE SER UM EXELENTE ADMINISTRADOR SEGUINDO OS PRINCÍPIOS DA MORDOMIA CRISTÃ
.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

PAI, O GRANDE DISCIPULADOR

Nos dias atuais temos observado que a família tem transferido a responsabilidade da educação dos filhos para as instituições. A educação humanista, secular é responsabilidade da escola, a educação religiosa é responsabilidade da igreja, mas os pais não se dão conta de que a responsabilidade maior pela formação do caráter de uma criança é deles. Não que as instituições não tenham participação relevante nesse processo, porém, é na família que a criança terá todas as referências necessárias para a formação e desenvolvimento da sua personalidade.

Provérbios 22:6 diz: "Ensina a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele".

O grande problema é que na maioria das vezes, os pais entendem que a fase da criança aprender só começa aos 3 ou 4 anos, ou acham que a criança só começa a entender alguma coisa nesta idade. Eles não percebem que antes disso ela aprendeu a andar, a falar, a reivindicar a satisfação da sua vontade, a bater o pé quando é confrontada, etc., e quando a Bíblia nos diz "ensina a criança", ela esta dizendo que é desde o útero que esta criança pode e deve ser ensinada.

Nós, os pais, quando transferimos para outros a educação, ou o discipulado, dos nossos filhos, corremos o risco de ver impresso no caráter deles a marca de um educador ou discipulador que pode ser bom ou ruim, dependendo dos valores que tal pessoa tem, sem contar que muitas crianças, por não terem no pai um bom referencial de autoridade (Ef. 6:4) , de amor, de carinho, e de disciplina (Pv .23:13 e 14) passam a ver como referencial os professores e pastores que, sem querer, ou de forma involuntária, acabam tirando a autoridade dos pais. Então, os filhos acabam honrando pessoas estranhas, quando, na verdade, essa honra deve ser dirigida aos pais, para que o filho possa atrair as bênçãos de Deus sobre si (Ef 6:2 ; Ex 20:12).

Nestes dias precisamos estar atentos a tudo aquilo que vem agredir aos nossos filhos, como os meios de comunicação, que declararam guerra contra as crianças, os adolescentes e os jovens, transmitindo "entretenimentos" degenerados e nocivos para dentro dos nossos lares, com anúncios publicitários que exploram os desejos e as fraquezas dos nossos filhos.
As crianças crescem muito rápido. Hoje, mal começam a respirar e já são lançadas num mundo adulto, agressivo e permissivo. A sociedade concentra-se cada vez mais nos desejos dos adultos e as crianças são as perdedoras.

Nós, pais, temos que entender que somos os melhores discipuladores dos nossos filhos e diante de Deus somos os responsáveis para ensinar-lhes os estatutos, os mandamentos e preceitos divinos. Em Deuteronômio 6:2 e 7 o Senhor nos diz "para que temas ao Senhor teu Deus e guardes todos os meus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu e teu filho, e o filho do teu filho, todos os dias da tua vida e para que se prolonguem os teus dias" e "as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando nele pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te ".

Então, o Senhor responsabiliza a nós, os pais, para ensinarmos aos nossos filhos tudo aquilo que vai compor a personalidade, a alma e o caráter deles, para apresentarmos ao Senhor uma herança plantada na Sua casa, rendendo frutos para o reino, prontos para serem alistados no exército do Grande Rei (Sl 127:3) e não uma herança drogada, prostituída, com um mal testemunho como os filhos de Eli, Hofni e Fineias (1 Sm 2:12-17; 27-34) que se tornaram malditos aos olhos de Deus.

Nós, os pais, somos os responsáveis para ensinar aos nossos filhos a bondade e a misericórdia com que Deus nos trata. Devemos ter a consciência de que somos a janela pela qual eles verão a Deus, o espelho que vai refletir neles a imagem de Jesus. Então eles serão como árvores plantadas junto a ribeiros de águas, que darão fruto na estação própria, e, o que é melhor, tudo o que fizerem prosperará (Sl 1:3).

Você, papai, é o melhor discipulador do seu filho. Assuma isso e a sua descendência será alvo da graça de Deus.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

SERÁ QUE PERDEMOS A VISÃO?

Ao lermos os textos do livro de Gênesis verificamos que Deus fez aliança com Abraão, renova com Isaque e depois com Jacó porque eles conheceram o Deus de Abraão e andaram no seu caminho e obedeceram a seus estatutos. Desde o início Deus não teve apenas a intenção de abençoar Abraão, mas prometeu e abençoou sua descendência, as famílias da terra, o povo, a nações.

O que mudou com relação à visão geracional nos nossos dias?

Perdemos a visão de que Deus sempre derramou suas bênçãos através de gerações. A visão de Deus é uma visão familiar, porém o homem através dos tempos restringiu sua visão a um Deus restrito ao templo.
Um exemplo disso é a Páscoa. A páscoa foi estabelecida para ser realizada dentro das casas entre os membros da família, depois deveria ser realizado anualmente como um memorial a ser repetido da mesma maneira de geração em geração ensinando aos filhos o significado de cada elemento, e contando a história da grande libertação do povo por intervenção divina.
Perdemos o foco de criarmos os filhos não como afirmação da paternidade e maternidade ou para que estes filhos realizem nossas expectativas e sonhos, mas como descendência santa para Deus.
Perdemos a ênfase de ensinar, de pregar, de exortar, de testemunhar, de adorar, pelo exemplo, pela realização ou prática de rituais, pela motivação de obedecer a Deus e através do diálogo ensinar os principio de Deus dentro da família segundo o texto de Deuteronômio:
“Para que tema ao Senhor teu Deus e guarde todos os seus estatutos e mandamentos que eu te ordeno, tu e teu filho e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida e que teus dias sejam prolongados. Ouve, pois, ó Israel e atenta em cumprires para que bem te suceda e muito te multipliques na terra que mana leite e mel, como te disse o Senhor Deus de teus pais ...Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho e ao deitar-te e ao levantar-te” (Dt 6.2-3, 6-7).
Perdemos a ênfase de que o pai era o detentor do conhecimento: ensinava ao filho o ofício, os valores, o conhecimento de Deus. Antigamente o pai era o centro de toda a informação.
Atualmente os filhos se atualizam muito mais rápido que os pais, mas isto não significa que a autoridade do ensino dos valores foi delegada a terceiros.
A pior coisa que um pai pode fazer é conhecer os ensinos bíblicos, mas não transmiti-los a seus filhos.
Muitos pais permitem que ervas daninhas cresçam no coração do filho quando permitem que o mesmo, fique horas na frente de uma televisão, mas não ensinam valores espirituais.
Quando Deus fez uma aliança com Abraão ele o instrui dizendo “Disse mais Deus a Abraão: Ora, quanto a ti, guardarás o meu pacto, tu e a tua descendência depois de ti, nas suas gerações” (Gn 17.9).
Segundo Deus a reunião de estudos da Biblia em familia ocuparia o primeiro lugar na manutenção do pacto, da aliança.
Abraão receberia instruções espirituais, e transmitiria os devidos conhecimentos aos seus descendentes.
Muitos chegam a opinar que a formação religiosa deva ser adiada para quando os filhos atinjam certa idade para escolher.
Seja alguém que cultiva o jardim do coração dos filhos ou não conseguirá obter boas colheitas.
Deus quer fazer de nós casais e pais, a raiz de uma geração santa.
Quando Deus deseja que venhamos a viver com qualidade de vida não é apenas para vivermos melhor. É para que nós sejamos sementes boas, para uma colheita para o Senhor.

Você talvez diga: "Já passou o tempo e hoje seus filhos já não escutam conselhos".
ENTÃO ESTA NA HORA DE PEDIR PERDÃO, DAR TESTEMUNHAR O TAMANHO DO TEU AMOR, COMEÇAR A FALAR DE JESUS SEM CRÍTICAS À IGREJA, PASTORES, LÍDERES.... É TEMPO DE ESTUDAR A PALAVRA E BUSCAR NELA A EDIFICAÇÃO.
NÃO IMPORTA A IDADE DE SEU FILHO, SE O SENHOR O ENTREGOU EM SUA FAMÍLIA É PORQUE ELE SABIA EM QUEM CONFIAR, BASTA VOCÊ BUSCAR AJUDA EM DEUS, E RECUPERE A VISÃO.

domingo, 16 de janeiro de 2011

NADA JUSTIFICA UMA MENTIRA

“… Pais são os principais mestres, muito mais com o que mostram em suas atitudes, que com suas palavras”.
“Eu não quero que meu filho minta” – essa é a expressão do desejo de todos os pais.
Pois é, não é tão fácil trabalhar esta questão com nossas crianças. Quantos pais saem de casa escondidos das crianças para evitar berreiros? Quantas promessas são feitas para as crianças, sem que se tenha a intenção de cumpri-las? Quantas pessoas, quando toca o telefone, dizem para um filho: “fala que eu não estou”. Ensina-se uma coisa e se pratica outra…
Nada justifica uma mentira, não existem mentiras “piedosas” ou mentiras “politicamente corretas”. Falar a verdade implica em ser honesto consigo mesmo e com os outros e em ter coragem de se responsabilizar por suas ações.
As crianças precisam ser ensinadas à verdade. Tal aprendizado ocorre progressivamente ao longo da infância e os pais são os principais mestres, muito mais com o que mostram em suas atitudes, que com suas palavras.
Com qual idade a criança pode mentir? Não tão cedo. Aos dois, três anos as crianças ainda confundem realidade e fantasia. Muitas vezes, o que o adulto interpreta como mentira é mais uma expressão do desejo fantasioso da criança. Quantas crianças já contaram para suas professoras que a “mamãe está esperando um irmãozinho”? Quando nada disto está acontecendo. Quantas falam sobre viagens surpreendentes que fizeram, quando passaram o fim de semana em casa? Porém, aceitar o que é confusão entre fantasia e realidade e não mentira, não implica em aceitar a afirmação da criança sem deixar de mostrar a realidade. Buscar descobrir as razões do desejo fantasioso pode ser importante.
Quando a possibilidade de mentir pode ser evitada
Um pouco mais tarde, a criança pode começar realmente a mentir. Ela mente muitas vezes para escapar, pelo menos temporariamente, de um problema. Fez algo que sabe que não devia e, quando confrontada, mente. Depois, tem que enfrentar dois problemas: o que não devia ter feito e o fato de ter mentido. Muitos pais, sem saber, favorecem tal tipo de situação. Sabem que a criança fez alguma coisa que não devia ou deixou de fazer algo que devia e a interpelam. “Você bateu no seu irmão?”, “Você fez a lição?”, “Você quebrou tal objeto?”… Por impulso, por medo das consequências, por medo de castigo, a criança mente. Seria melhor não perguntar, mas afirmar: “eu sei que você bateu no seu irmão”, “eu sei que você não fez a lição”, “eu sei que você quebrou tal coisa”… e tomar as providências cabíveis, evitando a situação de colocar a criança frente a possibilidade de mentir.
Ética
Aprender a lidar com “nãos”, a tolerar frustrações, não é fácil para a criança, que tenta manipular o ambiente para conseguir satisfação de todos os seus desejos. Assim, ela pode tentar mentir, fingir, burlar, enganar, omitir nesta tentativa de manipular o ambiente e nada existe de anormal nestas tentativas. Estes são os momentos preciosos, nos quais os pais podem e devem ensinar o que é certo e o que é errado. O ser humano não nasce dotado de ética. No início da sua experiência de vida, ele não sabe o que é certo ou errado, o que lhe faz bem e o que não faz. São seus pais quem sabem e precisam ensinar, transmitir princípios, normas e regras, que possam dirigir sua conduta.
A mentira consciente, planejada, que tem como objetivo trazer vantagens surge na segunda infância, isto é a partir dos cinco anos e ela é felizmente, rara, sendo sempre um sintoma de um problema no desenvolvimento emocional.
Pais que costumam mentir criam filhos que mentem. Pais que usam sempre da verdade, que assumem a responsabilidade por aquilo que fazem e dizem, criam filhos responsáveis e éticos. Só se ensina aquilo que se é.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

EM QUE DIA ME TORNEI INVISÍVEL?

O DIA EM QUE ME TORNEI INVISÍVEL

Não sei em que dia estamos. Nesta casa não há calendários e os fatos estão emaranhados em minha memória.
Lembro-me ainda daqueles calendários grandes, muito bonitos, grandes, ilustrados com belas paisagens, que colocávamos ao lado da cômoda ou da penteadeira... hoje, porém, quase não vemos mais isso.
Todas as coisas mais antigas estão desaparecendo e eu também fui-me apagando sem que ninguém se desse conta.
Primeiro, me mudaram de quarto, pois a família cresceu. Depois, me colocaram em um menor ainda, agora estou no quartinho dos fundos. Prometeram-me trocar o vidro quebrado da janela, mas já se esqueceram, e todas as noites entra por ali um ventinho gelado que aumenta as minhas dores por causa do reumatismo.
Há muito tempo eu tinha intenção de escrever, mas passava um bom tempo procurando um lápis e quando o encontrava, eu mesma me esquecia onde o havia colocado.
Com a minha idade, a gente perde as coisas facilmente. Sei que é uma doença, e sei também que as tenho, mas de vez em quando desaparecem.
Numa dessas tardes, me dei conta de que minha voz também estava sumindo. Quando tento conversar com meus filhos ou meus netos, eles não me respondem. E quando falam comigo, quase nem olham para mim, como se eu não estivesse ouvindo o que dizem.
Às vezes, entro na conversa pensando que o que vou dizer a eles não ocorreu com ninguém ainda e seria um bom conselho. Eles porém não me ouvem, não me olham, não me respondem.
Então, bastante triste, vou para o meu quarto sem mesmo acabar de tomar a minha xícara de chá. Faço isso para que vejam que fiquei irritada, que entendam que me ofenderam e venham me pedir perdão... Mas ninguém vem... Nem se lembram...
Outro dia, disse a ele que quando eu morrer, aí vão sentir falta. E meu neto perguntou: “E você está viva, vó?”
Todos acharam tanta graça que não paravam de rir.
Fiquei chorando por três dias em meu quarto, até que numa manhã entrou um dos meninos para tirar umas plantas que estavam velhas e nem sequer me deu bom-dia.
Foi aí que me convenci de que sou invisível. Fico parada no meio da sala para ver se ainda estou estorvando. Olham para mim, mas minha filha continua varrendo o chão sem nem mesmo tocar em mim. Os meninos correm à minha volta de um lado para outro sem tropeçar em mim.
Quando meu genro ficou doente, tive a oportunidade de lhe ser útil. Levei a ele uma xícara de chá que eu mesma preparei. Coloquei no criado e me sentei ao lado dele até que ele o tomasse. Estava vendo televisão e nem se deu conta da minha presença. O chá foi esfriando... e o meu coração também.
Numa sexta-feira, as crianças estavam alvoroçadas e me vieram dizer que no dia seguinte iríamos passear no campo. Fiquei muito contente pois fazia muito tempo que não saía de casa, e muito menos para um passeio no campo.
No Sábado, fui a primeira a me levantar. Queria fazer as coisas com calma. Os mais velhos demoram mais para fazer as coisas, assim, levantei mais cedo para não os atrasar.
Toda hora entravam e saíam de casa, correndo e colocando as malas e os brinquedos no carro. Eu já estava pronta e muito contente, então, fui à porta de entrada para os esperar.
Quando deram partida e o carro desapareceu no fim do caminho, entendi que eu não estava incluída. Talvez porque não cabia mais uma pessoa no carro ou porque andava devagar e isso impediria que corressem à vontade pelo bosque.
Senti meu coração pequenininho e o queixo tremia como quando a gente está com vontade de chorar.
Vivo com minha família e a cada dia que passo fico mais velha, e uma coisa curiosa, já não faço mais aniversário. Ninguém se lembra. Todos estão muito ocupados. Eu os entendo, eles é que fazem coisas importantes.
Riem, gritam, sonham, choram, se abraçam, se beijam. E eu não sei mais como são os beijos... Antes beijava os pequeninos. Era muito bom tê-los em meus braços, como se fossem meus. Sentia sua pele macia e sua respiração bem perto de mim. Era uma nova vida que me animava e começava a cantar canções de ninar que nem imaginava que me lembrava delas ainda.
Um dia, porém, minha neta, que acabava de ter seu bebê, disse que não era bom que pessoas idosas ficassem beijando crianças, por questão de saúde. Então não me aproximei mais, para que não imaginassem que poderia passar alguma coisa ao bebê, por alguma imprudência minha... Tenho medo de contagiá-los!
De qualquer maneira, os abençôo e perdôo, porque...
Que culpa têm eles de eu ter-me tornado invisível?
Autor Desconhecido
NINGUEM PASSA PELA VIDA SEM CONHECER UMA CRIANÇA OU UM IDOSO. QUEM JÁ FOI CRIANÇA LEMBRA QUANTAS VEZES TENTAVA FALAR NO MEIO DOS ADULTOS E NINGUEM PRESTAVA ATENÇÃO, TENTAVA DAR UMA OPINIÃO E MUITAS VEZES OS ADULTOS CHEGAVAM A RIR...
NINGUEM ESCAPARÁ DE SER IDOSO, TODOS NÓS UM DIA IREMOS ENVELHECER, MELHOR AINDA SE FOR COM CRISTO.
AME E RESPEITE A PESSOA IDOSA QUE ESTÁ AO SEU LADO, CUIDE, PROTEJA, AJUDE E DENUNCIE QUANDO PERCEBER QUE ALGUÉM ESTÁ MALTRATANDO UMA PESSOA MAIS VELHA.
ELES TEM DIREITO A VIDA, TEM DIREITO A FELICIDADE... TEM DIREITO DE SEREM AMADOS...AFINAL O QUE SOMOS E FAZEMOS HOJE IRÁ REFLETIR EM NOSSO FUTURO.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

QUANTO TEMPO VOCÊ TEM GASTO COM O SEU FILHO? (Parte 2)

SE VOCÊ ESTÁ ASSISTINDO ESTE VÍDEO É PORQUE AINDA DÁ TEMPO DE MUDAR, AINDA DÁ TEMPO DE VALORIZAR O BEM MAIS PRECIOSO QUE O SENHOR ENTREGOU EM SUAS MÃOS "O SEU FILHO".

BUSQUE ENQUANTO SE PODE ACHAR, AME E SEJA AMADO, DÊ O EXEMPLO E COLHERÁ OS FRUTOS NO FUTURO.

sábado, 9 de outubro de 2010

OS PEQUENOS DETALHES DE NOSSA VIDA SÃO O QUE REALMENTE IMPORTA NUM RELACIONAMENTO

OS PEQUENOS DETALHES DE NOSSA VIDA SÃO O QUE REALMENTE IMPORTA NUM RELACIONAMENTO...


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer."
Ela se sentou e jantou sem falar uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava.
Ela jogou os talheres longe e gritou: "Você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouvi-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais, e sim à Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Sentindo-me muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás no que disse, pois amava Jane profundamente. Finalmente, ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti tranquilo enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada à mesa, escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo.. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível.
As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para preparar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos, e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu, então, percebi que ela estava completamente louca, mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a ideia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio", disse Jane, em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então, quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo: "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento.
Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo.
Ela fechou os olhos e disse baixinho: "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio." Eu balancei a cabeça, mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção nessa mulher.
Ela certamente havia envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar nesse estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Essa mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada à Jane, mas ficava cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. “Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício”, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles, mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse: "Todos os meus vestidos estão grandes para mim." Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso. Ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto nesse momento e disse: "Pai, está na hora de você carregar a mamãe."
Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de ideia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.. Nosso filho já havia ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo."
Eu não consegui dirigir para o trabalho. Fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de ideia. Subi as escadas e bati na porta do quarto. Jane abriu a porta e eu disse a ela: "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar."
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa: "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa, no dia do nosso casamento, para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe..
Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouvi-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe."
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama, morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando havia vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio, e prolongou a nossa vida juntos, proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade, mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa; faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!

sábado, 25 de setembro de 2010

QUANTO TEMPO VOCÊ TEM GASTO COM O SEU FILHO?



PACIÊNCIA:

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.Ela disse:Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.
- Um bonito garoto - respondeu o homem, e completou:
- Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.
Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.
- Melissa, o que você acha de irmos?
- Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:
- Hora de irmos, agora?
Mas, outra vez Melissa pediu:
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!O homem sorriu e disse:- Está certo!
- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.
O homem sorriu e disse:
- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado,
quando pedalava em sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.
Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa.Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...
Em tudo na vida estabelecemos prioridades.Quais são as suas?Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!
Quanto tempo você tem aproveitado para ficar perto de seu filho?

terça-feira, 14 de setembro de 2010

QUAL É A SOLUÇÃO DO MEU PROBLEMA?


Um paciente vai num consultório psicológico e diz pro psicólogo:

- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo.

Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima.

Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos - diz o psicólogo.

- Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.

- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.

- R$ 120,00 por sessão - responde o psicólogo.

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.

Passados seis meses, eles se encontram na rua.

- Por que você não me procurou mais? - pergunta o psicólogo

A 120 paus a consulta, três vezes por semana, dois anos, ia ficar caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.

- Ah é? Como? - pergunta o psicólogo.

O sujeito responde:- Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama

...Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples !!!

HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO !!!Foque uma solução ao invés de ficar pensando no problema.


Isso se aplica a nossos filhos, ao nosso casamento, namoro, trabalho, estudos... Quantas vezes olhamos para uma situação e nos sentimos tão impotentes que achamos jamais conseguir uma solução.

Atendi um caso de uma mãe, que dizia estar atormentada com tamanho despreso de seu marido. Ele saia cedo, voltava tarde, não dava atenção pra ela e nem pro filho. Este é realmente um grande problema.

Perguntei então: - e onde ele fica enquanto esta fora?

Ela respondeu: - sai cedinho pra tomar café na mãe dele, trabalha o dia todo, e quando sai do serviço volta pra casa da mãe pra jantar e fica lá até ela servir um cafezinho de despedida.

Já perguntou pra ele porque ele não toma o café da manhã com você, e não vem pra casa toma um banho gostoso e janta os três juntos, já que isso é tão importante pra você?

Ela me respondeu com a maior simplicidade:

- Eu sempre estou dormindo quando ele sai, fico na casa da minha mãe o dia inteiro, janto lá e venho pra casa, nunca faço o jantar.

Então eu pergunto:

-Se ele viesse pra casa, ele teria alguma coisa para comer?


As vezes as soluções dos nossos problemas são muito simples, mas temos a tendência de nunca olharmos para nós mesmos, e enxergamos só o que os outros fazem.

As soluções são simples, as vezes cortar o pé da cama sai bem mais barato.

Pense nisso!

domingo, 12 de setembro de 2010

MEU FILHO NÃO QUER MAIS IR NA IGREJA. ONDE FOI QUE ERREI?



CINCO MANEIRAS PARA AFASTAR O FILHO DA IGREJA

1º - Diante das menores dificuldades, tais como, indisposição, chuva, frio, cansaço, não vá aos cultos.
Com isso seu filho vai crescer com a idéia de que freqüentar as reuniões não é assim tão necessário.
"... e considerem-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. (Hebreus 10:24,25)
2º - Quando estiver à mesa ou reuniões da família, faça comentários ou críticas ao ensino do pastor ou líderes.
Com isso seu filho crescerá não tendo respeito por eles, nem dando créditos aos seus ensinos.
"Ora, rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, presidem sobre vós no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa das suas obras. Tende paz entre vós". (I Tessalonicenses 5:12,13)
3º - Cuide para que seu filho cresça num lar que não seja diferente de qualquer outro.
Afinal que valor há em aplicar princípios da palavra de Deus a todos os aspectos da vida familiar?
"E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te. (Deuteronômio 6:6,7)
4º - Gaste diante da TV todo seu tempo que passa em casa, ao invés de separar parte dele para a leitura da Bíblia e oração.
Basta apenas orar na hora das refeições.
Com certeza seu filho aprenderá que, orar e estudar a palavra de Deus não tem nenhum valor pra você.
"E o terá consigo, e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer ao Senhor seu Deus, e a guardar todas as palavras desta lei, e estes estatutos, a fim de os cumprir..." (Deuteronômio 17:19)
5º - Comente a vontade a vida dos outros membros da igreja, depois ao encontrá-los na igreja, apresse-se a cumprimentá-los com um largo sorriso.
Com isso seu filho terá a impressão de que a vida cristã é pura hipocrisia; e assim ele desejará seguir o mesmo caminho.
"...que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas moderados, mostrando toda a mansidão para com todos os homens". (Tito 3:2)
Incentive seu filho a estar sempre participando das nossas reuniões para com isso vir a receber a palavra de Deus.
"Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele". (Provérbios 22:6)

A ESPOSA ESPERA:


1. Ser amada sacrificialmente.
a) Atenção personalizada,
b) carinho,
c) cavalheirismo paciência,
d) tato e compreensão,... são essenciais à estrutura psicológica e ao funcionamento social do lar (Ef. 5.25; Cl. 3.19; 1 Pe. 3.).
O homem deve estar atento quando a mulher esta sobrecarregada psicologicamente (gravidez, doença, ciclo menstrual, filhos pequenos etc.)
2. Que ele assuma o comando da vida no lar.
O homem assume o comando do lar não como um líder absoluto mas como um líder consciente e responsável.
3. Que ele exerça o papel de profeta e sacerdote.
É do homem, a responsabilidade pelo desenvolvimento espiritual da esposa e filhos (Sl. 128.1,4; Ef. 5.26,27).
4. Que ele propicie serenidade na correção dos filhos com amor.
O pai é o ponto de equilíbrio no processo de educação e disciplina dos filhos. (Ef. 6).
5. Que ele supra as necessidades financeiras.
Tradicionalmente, o homem tem a responsabilidade de prover a alimentação diária e a educação de seus familiares, embora isso nem sempre reflita a realidade.
É interessante que no Salmo 128.2 diz sobre o trabalho do homem como o mantenedor e no v.3 fala sobre as atividades do lar da esposa.
6. Que ele proteja a família.
(Cordeiro – como amante e Leão – como protetor) Fisicamente, moralmente, emocionalmente e espiritualmente.
7. Que ele assuma a liderança moral.
A força moral do chefe da família impõe o respeito e a fibra com que os filhos tecerão a estrutura de uma personalidade segura e tranqüila.
A moral de uma família demanda a inspiração transmitida a todos da casa pela firmeza de caráter e seriedade do homem que, com seu exemplo e sua vida, constrói sua casa, seu nome e sua honra.
Um pai que pratica vida dupla moral provoca no lar insegurança, instabilidade emocional, e desorientação social para os filhos.

A mulher espera ser amada, respeitada, suprida, ajudada, e acima de tudo ver no esposo a presença de Deus.

Apoio: Josué Gonçalves