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domingo, 18 de setembro de 2011

SEXO SAUDÁVEL NA MELHOR IDADE

Sexualidade e envelhecimento, coisas que a maioria das pessoas não conseguem associar, mas que tem tudo a ver com qualidade de vida.

É comum associar-se vitalidade à juventude e em muitas sociedades sexo é território dos jovens. Entretanto, a sexualidade é expressão do ato e da atração sexual. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) “… é a energia que motiva encontrar o amor, contato e intimidade”. Ela está ligada à cultura de cada pessoa, à educação recebida, ao ambiente que habita, às condições emocionais, bem como a sua personalidade.

Na passagem do tempo do indivíduo, ocorrem alterações físicas naturais e gradativas. Essas transformações são gerais, mas acontecem de acordo com as características genéticas e com o modo de vida de cada um. Já foi comprovado que alguns fatores (alimentação adequada, exercícios físicos, controle do estresse estimulação mental, otimismo, etc.) podem minimizar este percurso.

As pessoas que se preocupam com a questão da idade e valorizam muitos aspectos físicos tendem a ter medo do envelhecimento. Esse temor e a ansiedade podem acarretar interpretações negativas das alterações na estrutura genital e na resposta sexual. Por outro lado, a sexualidade na terceira idade é, freqüentemente, vista e baseada em velhos estereótipos, bem como é associada à disfunção ou insatisfação.

Normalmente, difundem-se os estereótipos de que as pessoas idosas não são atraentes fisicamente, não têm interesses por sexo ou são incapazes de sentir algum estímulo sexual. Somando-se a esses, a falta de informação provoca, também, atitude negativa no que se refere ao sexo na velhice.

Pesquisas já demonstraram que a maior parte dos idosos saudáveis mantêm relações sexuais mesmo aos 80/90 anos. No dito popular “quanto mais, melhor” , ou seja, quanto mais ocorra a atividade sexual mais ela acontece.

Há mudanças normais das funções sexuais próprias do envelhecimento, como por exemplo: certa diminuição de resposta aos estímulos. Contudo, conhecer o fato de que as mudanças não são disfunções, e que uma assistência pode corrigir as práticas sexuais, diminuem a ansiedade ou medo de falhar.

Os fatores psicológicos e o estado emocional afetam as funções sexuais no idoso e dentre eles podemos citar: a forma negativa de lidar com o sexo na juventude pode enfraquecer a capacidade de usufruir o sexo na velhice; a rotina e monotonia da relação do casal com a passagem do tempo; sanções religiosas que vinculam o sexo unicamente a função reprodutiva.

É importante observar, de acordo com opiniões médicas, que as incidências de disfunção sexual, que aumentam na terceira idade, correlacionam-se em primeiro lugar ao aumento dos problemas de saúde, em vez da velhice propriamente dita. Assim sendo, os idosos passam por problemas sexuais e preocupações que não são diferentes dos jovens; entretanto os fatores biológicos, psicológicos e sociais podem exigir mais atenção. Não existe idade para o término da sexualidade.

O interesse e o desejo da capacidade de sentir prazer permanecem até o fim da vida. De acordo com Butler Lewis “nem a idade, nem a maioria das enfermidades, automaticamente implicam em fim do sexo”.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O PAPEL DOS AVÓS DIANTE DA NOVA GERAÇÃO

O que podemos esperar de avós nos dias de hoje?
Encontramos na bíblia uma única referência nominal de vó, cujo nome era Lóide, embora saibamos que muitas das mulheres citadas na bíblia foram também avós. Lóide tem seu nome ligado ao seu jovem neto, Timóteo. Pela alusão que o apóstolo Paulo faz a essa mulher, podemos tirar algumas conclusões de sua vida.

Segundo a história, Lóide e sua filha Eunice se converteram a Cristo, em Listra, durante a primeira viagem missionária de Paulo. Serva fiel a Deus, Lóide viveu refletindo uma fé genuína, o que contribuiu para fortalecer a vida e o futuro ministério de seu neto, Timóteo, Fiel à doutrina verdadeira, Lóide pode ensinar ao neto, com fidelidade, a palavra de Deus (II Tm 3:15), graças à instrumentalidade do Espírito Santo.

No dia de hoje o que podemos esperar dos avôs?

Servir de modelo, de piedade cristã aos filhos e aos netos. Para tanto, é necessário conhecer a Palavra de Deus para transmiti-la com fidelidade não só por palavras, mais, acima de tudo, pelo exemplo. É no lar que se modela o caráter dos filhos e netos, e, nesse particular. Evidentemente, as avós gozam de uma oportunidade ímpar, a de ministrar aos netos ensinos que talvez aos pais não seja possível.

Uma geração ensinar à outra geração as grandezas e a lei do Senhor é uma grande bênção (Sl. 45:17) que as avós cristãs, de hoje, têm mais tempo de estar com os netos que os próprios pais. É com o exemplo de vida baseada na Bíblia, que as avós são veículo de orientação espiritual. Afinal, que tipo de instrução deve as avós transmitir aos netos?

Primeiramente, a maior de todas as lições, ou seja, evangelizá-los, levando-os ter sua própria experiência de salvação. Essa é uma ordenança do próprio Deus (Dt. 6:7-8).
Ensine-os a amar a Deus e reconhecer que Ele está no controle de tudo (Jr. 32:17).
Mostre-lhes a importância da Bíblia, leia com eles e ensine-lhes versículos bíblicos. Mas, lembre: o maior de todos os ensinamentos é o exemplo. Netos que vêem a avó constantemente lendo a Bíblia de Deus terão uma lição que jamais esquecerão (Sl. 119:9-10).
Conte-lhes narrativas bíblicas. As crianças são naturalmente atraídas pelas histórias que ouvem, principalmente quando estão sendo ninadas (Sl. 78:3-4).
Ore com eles e por eles. Ensine os netos a orar em todas as situações: antes das refeições, ao levantar, ao deitar, em momentos de doença e aflições e também não deixe de ensinar-lhes a agradecer as bênçãos recebidas (Fp. 1:9-11 Cl. 1:9-11).
Cante com eles. Ao chegarem à idade adulta lembrar-se-ão sempre dos louvores que a avó costumava cantar e como os tinha afagados no colo (Sl.89:1).
Demonstre a alegria de dar o dízimo de contribuir e ensine-lhes a depositar sua própria oferta no momento do ofertório do culto (Pv. 3:9).
Não se esqueça de presentear os netos com a Bíblia, com livros evangélicos, com fitas e vídeos bíblicos e instrutivos (Pv. 3:27)
Por fim, o exemplo. As avós devem ter muito cuidado com o que falam e fazem. O exemplo fala mais alto que qualquer lição que possa ser transmitida, e os netos, acompanham tudo e absorvem muito mais do que se pensa (Sl. 45:17). As avós que vivem uma vida de piedade, isto é, expressam sua devoção a Deus nas ações pessoais, na igreja, no lar, na vizinhança, no trabalho, na comunidade têm o verdadeiro senso de seu dever para com Deus, nosso Senhor. Assim, agirão elas com sabedoria. o temor do Senhor é o princípio da sabedoria e com certeza, serão sempre lembradas.

O principal ministério de nossas vidas começa em casa, muitas vezes não temos tempo de falarmos de Jesus para nossos filhos devido a correria do dia a dia e deixamos para a professora da escola dominical, ou para os pastores, mas nossos netos vem em tempos de mais calmaria, aproveitem a oportunidade e demonstrem o grande amor a Cristo.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

ENVELHECER - MELHOR FASE DA VIDA - MELHOR IDADE

Quando o outono chega, as folhas verdes e tenras da primavera mudam de cor. O seu labor, a produção de alimentos, foi completada durante o verão. Cores de tons brilhantes, amarelos, alaranjados e roxos, dão ao outono uma beleza comparável ao verde da primavera.

Igualmente no homem, a beleza e o vigor da produção juvenil gradualmente se transformam na beleza da maturidade - os cabelos brancos, a experiência, o sábio conselho. Qual destas etapas da vida é a mais bela?

Quando somos crianças, queremos ser maiores de idade. Queremos dirigir automóveis, trabalhar e nos casar. Na nossa sociedade, estas coisas são vistas como acontecimentos importantes. E na realidade são naturais e bons. Por que, então, encaramos o envelhecer (parte do processo natural da vida) como algo não desejável?

A maioria de nós gostaria de retardar o envelhecimento. Gastamos muito em cremes, maquiagens e pinturas.

Por que não queremos envelhecer? A sociedade em que vivemos aprecia a juventude e a beleza exageradamente. Temos a impressão de que o envelhecer reduz o nosso valor como pessoa. É certo isto? Claro que não!

Mas temos medo de ser inúteis. Tememos não poder fazer as coisas por nossa própria conta. Tememos a dor e as limitações que acompanham o envelhecimento. Tememos o final da vida.

Haverá algo que possamos fazer para poder receber o envelhecimento como a um amigo em vez de resistir a ele como a um inimigo?

Sim! Deus diz: "Coroa de honra são as cãs, quando elas estão no caminho da justiça" (Provérbios 16:31).

Chegamos ao século XXI e com ele muitos desafios, muitas e boas surpresas notadamente no que se refere aos avanços científicos e muita tecnologia na comunicação.

Com ele chega também a idade, o envelhecimento, mas graças a Deus já podemos enfrentá-lo sem muito sofrimento; o que não deixa de ser uma bênção e também um privilégio chegar lá.Para que seja um tempo prazeroso precisa ser cercado dos cuidados necessários.

O século XXI já nasceu caracterizado como século da beleza em face às múltiplas “fórmulas mágicas”, de eficácia duvidosa, de incentivo ao rejuvenescimento. Já existem pessoas que vivem pensando em nunca envelhecer, porque há um propagandismo em torno da juventude eterna.

Vivemos numa sociedade que ilude, cria falsas perspectivas de uma eterna juventude, não valoriza o envelhecer digno, cria preconceitos e estereotípicos. Até mesmo algumas igrejas de hoje é que se pregam que ninguém pode ficar doente, não se pode passar necessidade ou até mesmo envelhecer. Sendo que o problema é muito mais grave: a igreja de hoje não quer envelhecer com medo da morte. Pergunte a algum dos “néo-crentes” se ele pensa na morte. Que nada, manda pra cima de você um "tá amarrado" e diz que não vai ver a morte, vai ser arrebatado!

A velhice é uma fase natural da vida humana e não deve ser tratada como uma doença. Pode ser uma época de realizações, onde o uso da experiência acumulada pode ser de extrema valia. Uma pesquisa da American Psychological Association comprovou que olhar a idade de forma positiva, estabelecendo objetivos e metas, ocupando o tempo com algo que seja útil e agradável, renova o entusiasmo e o sentimento de participação e realização, o que conta muito mais que o nível de pressão arterial ou a taxa de colesterol. Sendo que a pior receita para envelhecer mal é ficar parado.

A Bíblia nos oferece a visão do tema: envelhecer é uma benção! A longevidade é uma promessa de Deus ao obediente, oferecida junto os mandamentos: “Honra a teu pai e mãe, como o Senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que o Senhor teu Deus te dá” (Dt 5:16) e “Andareis em todo o caminho que vos ordenou o Senhor vosso Deus, para que vivais e bem vos suceda, e prolongueis os vossos dias na terra que haveis de possuir” (Dt 5:33).

Envelhecer com qualidade não é opção, é regra de vida, cada um de nós precisamos lutar por todos os nossos direitos, buscar a face de Deus dia a dia, ter comunhão com o Senhor e com os irmãos.

Parte deste material foi retirado de um artigo do MINISTÉRIO GERAÇÃO CALEBE