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sábado, 2 de outubro de 2010

VOCÊ JÁ FOI INJUSTIÇADO ?

VOCÊ JÁ FOI INJUSTIÇADO?

Dois reinos, durante muitos e muitos séculos viviam em guerra. Às vezes tinha certo período de tranqüilidade, mas logo a guerra retornava.
Numa certa ocasião um daqueles reinos estava muito bem preparado, um exército numeroso e bem equipado, e o ódio que aquele exército tinha do outro exército era muito grande, e o outro exército por sua vez estava realmente em desvantagem, pois suas fileiras eram infinitamente menores e não tinha as mesmas armas que o exército inimigo.
Então os mais sábios se reuniram em conselho para discutir uma estratégia de combate que poderia levar aquele pequeno exército a vitória, contra o grande exército, e quando os generais, os anciões, os sábios, os ministros estavam naquela reunião no conselho de guerra discutindo as alternativas a cada plano, a cada idéia que era apresentada vinha logo à constatação de que aquilo não daria certo, de que o exército inimigo era tão numeroso e tão bem preparado que com certeza eles seriam aniquilados.
E continuavam naquela reunião pensando no que fazer, no como escapar da destruição eminente, foi quando um sábio se levantou no meio do conselho e disse:
— Assim como o rio Nilo, começa de uma pequena fonte e se transforma num imenso rio, também naquele reino inimigo existe uma fonte, uma fonte pequena que por soltar o seu veneno diariamente - sem cessar, acaba passando para os soldados inimigos um ódio por todos nós, por isso eles estão motivados pelo ódio e querem nos destruir.
E o conselho perguntou ao sábio:
— Do que vossa excelência está falando?
E ele disse:
— Há no reino dos nossos inimigos um ministro maligno, cujo ódio contra o nosso povo vem desde a fundação do mundo, ele cria histórias, ele influencia o coração do rei contra nós, ele provoca a revolta no povo, ele calunia, difama, e ele é a causa desta guerra, é ele que está por detrás de tudo.
Então quando o conselho entendeu que aquele ministro era o verdadeiro inimigo, pediu que entre os soldados se apresentasse um voluntário para entrar secretamente no reino inimigo e destruir aquela fonte do mal.
Contudo, nenhum soldado se apresentou como voluntário, pois todos tinham medo de morrer, mas ia passando um estrangeiro e vendo aquele reino fraco e em grande dificuldade, se ofereceu, não por dinheiro, mas pelo desejo de livrá-los e entrar ali no reino inimigo e destruir aquele ministro que era a fonte de toda a maldade e da guerra contra eles.
O conselho ficou muito feliz e aceitou ajuda daquele estranho, que eles nem sabiam de onde era e o porquê viera, mas que estava disposto a livrá-los.
E aquele estranho, conseguiu entrar no reino inimigo e foi até a tenda secreta onde se abrigada aquele ministro que destilava o ódio e fermentava a guerra contra o outro povo, e ali ele cravou naquele homem uma estaca no seu coração.
E quando aquele ministro maligno morreu, cessou também a fonte de toda murmuração, de toda calúnia, difamação, e aquele ódio que ele destilava para o coração dos soldados e do povo, foi acabando, era como uma fonte que tinha secado. E em pouco tempo a guerra cessou.


Em primeiro lugar eu quero te dizer que por detrás de toda perseguição contra a sua vida, por detrás de toda fofoca, murmuração, calúnia, injúria, não está àquela pessoa que te odeia, e sim o ministro maligno que a milhares de anos nutre um ódio contra a tua vida, que a milhares de anos nutre um ódio por todos os homens e agora inclusive contra a tua vida.
Quando você permite, ou alguém permite que satanás comece a jorrar como uma fonte maligna pensamentos de vingança na sua mente, em seu coração, o ódio toma conta de tudo.
Você precisa cortar o fornecimento daquela fonte, mas alguém diz: “Quem sou eu para enfrentar o diabo?”.
É realmente nós não somos nada e nem ninguém, quem poderia enfrentar a satanás?
Mas alguém que passou aqui por esta terra, que ninguém sabia direito de onde ele tinha vindo, e nem quem ele era, ele se apresentou para voluntariamente entrar no reduto do reino inimigo e ali destruir a fonte de todo mal.
Para entrar no reino adversário e chegar até a tenda daquele ministro maligno que é satanás, ele teve que percorrer o caminho da morte, teve que deixar o seu corpo e entrar até as profundezas do inferno, e ali ele tomou das mãos do diabo as chaves da morte e do inferno, e cravou uma estaca no coração de satanás e deixou a fonte terrivelmente ferida.
Jesus Cristo cravou em satanás a cruz que ele mesmo carregou.
Jesus Cristo foi morto na cruz, mas através da cruz ele desfez as obras do diabo.
E você vê quantas pessoas odeiam os que são de Deus, mas odeiam por quê?
Pois o diabo está por trás destilando aquele ódio, falando mal, criticando, zombando, escarnecendo, perseguindo, mas são inúmeros os casos de pessoas que antes eram usadas pelo diabo e que tiveram este ódio cessado e hoje estão do nosso lado.
Pessoas que antes queriam a nossa destruição e hoje estão pregando a palavra de Deus junto conosco.
O problema que move toda a calúnia e perseguição contra a tua vida e contra a minha não vem das pessoas, que aparentemente nos odeiam, e sim de satanás que está agindo por detrás delas.

Você precisa invocar agora a obra que Jesus Cristo fez por nós na cruz do Calvário, e dizer a satanás:
— Demônio, você está perdendo tempo, você não pode destruir a minha vida, nem a vida desta pessoa que você está usando para me atingir, pois tanto a minha vida quanto a dela, foi libertada por Jesus na cruz do Calvário.

Creia nisso! E você verá que em muito breve haverá paz, pois a guerra que satanás está movendo contra a tua vida, ela já foi vencida pelo nosso Salvador e Senhor, Jesus Cristo.

LIBERDADE AOS CATIVOS!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A FÉ DE UM MENINO


Isaias 43.2
Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.


Certo homem ficou viúvo muito cedo, e teve que cuidar de dois filhos pequenos, e ele cuidava daquelas crianças com todo amor e carinho, porque sabia que aquelas duas crianças eram o grande tesouro que ele tinha herdado nesta vida.
Ele morava numa casa que ficava na parta mais baixa de um grande rio, um rio inclusive navegável, ele morava coisa de cem metros do rio.
E o tempo foi passando...
Quando seu filho mais velho estava com doze anos e a menina com cinco, ele recebeu um telegrama e ao abrir ficou sabendo que uma tia muito querida estava no hospital, passando muito mal, e precisava de sua visita, mas ele não poderia levar as crianças na no hospital, pois o hospital não permitia a entrada de crianças.
Então ele chegou para o seu filho de doze anos e disse:
- Pedrinho, eu vou ter que visitar a tia Catarina, você acha que seria capaz de tomar conta da sua irmãzinha até eu voltar amanhã?!
E o menino disse:
- Lógico papai, eu sou o homem da casa, pode confiar em mim!
E esse pai que era cristão disse:
- Meu filho, eu vou pedir a Deus que proteja você e a sua irmãzinha e amanhã eu volto, está bem?!
Tem leite na geladeira, tem bolachas ali na dispensa, você não precisa se preocupar, se der fome, sirva-se a vontade, amanhã o papai estará de volta, e se despediu dos dois filhos.
Caminhou saindo dali e foi até a grande avenida, pegou um ônibus e se retirou.
E o menino de doze anos, o Pedrinho estava se sentindo o homem da casa, e cuidou da irmãzinha quando ela pediu comida, deu leite para ela, deu bolacha de chocolate, e estava tudo bem, mas teve um momento que a sua irmã começou a chorar:
- Eu quero o papai, cadê o papai?
Ai ele disse:
- O papai já vem, mas olha, não chore não, pois nós vamos dormir na cama do papai, aquela cama é bem grande!
- Ah é, nós vamos dormir no quarto do papai?
- Vamos!
- Ah que bom!
Ai a menininha parou de chorar, e dormiu tranquilamente.
De repente se ouviu um grande trovão. E um temporal desabou, tão terrível que parecia que o mundo ia acabar.
Parecia que o céu estava desabando naquele lugar e foi tanta água, mas tanta água que o rio começou a transbordar.
E foi enchendo e as águas chegaram até a casa, e o menino acordou com um solavanco e quando ele foi até a janela do quarto do seu pai, viu que tudo a volta, todo o terreno tinha se transformado num grande lago, e a chuva descia com cada pingo grosso de água, e o vento e os trovões e os relâmpagos, e ele sentiu medo, mas não podia passar este medo para sua irmã.
A sua irmãzinha que acordou assustada e começou a chorar.
Ele abraçou a sua irmãzinha e disse:
- Não chore não, não chore, o papai orou a Deus para nos proteger, Deus está nos protegendo, lembre-se que o papai sempre lê na bíblia no Salmo 29.3
“A voz do SENHOR ouve-se sobre as suas águas; o Deus da glória troveja; o SENHOR está sobre as muitas águas”.
Então se o Senhor está nas águas e em todos os lugares estamos seguros, porque ele nos protege.
E a menina foi parando de chorar enquanto ele abraçava a irmãzinha.
Mas estava muito preocupado, porque a água foi subindo a água foi subindo e logo já estava entrando na casa, e logo estava invadindo o quarto.
E a pequenininha começou a chorar novamente:
- Eu quero o papai, eu quero o papai!
- O papai já vem, não chore não.
- A água! Nós vamos morrer afogados, a casa vai cair.
- Não, não vai não, o papai orou pra Deus nos proteger.
E o menino dizia isso com fé, ele acreditava na proteção de Deus, acreditava no poder da oração, mas a água não parava de subir, porque a chuva continuava caindo e agora já estava quase cobrindo a cama.
E o que o menino fez?
Pegou sua irmãzinha no colo, e foi andando no meio das águas e disse:
- Vamos subir a escada ali, pro telhado.
E foi subindo e ele olhava pra trás e a água continuava entrando na casa, e ele pensou:
“Ah com certeza não vai chegar aqui em cima no telhado”
Então ele ficou lá em cima com a sua irmãzinha no sótão e ficou apavorado, e a noite era iluminada pelos relâmpagos e os trovões eram cada vez mais ensurdecedores, e água estava descendo.
De fato o céu estava desabando naquela noite.
E o menino orava: “Ah meu Deus, o meu pai pediu pro Senhor nos proteger, então Senhor, nos proteja!”
E o menino fazia força para não chorar, para menininha não ficar impressionada.
Ele estava ali dizendo:
- Vamos confiar em Deus, Deus está nos protegendo!
E a menininha ficou ali abraçada com o seu irmãozinho e a água descendo do céu, e foi assim aquela noite toda.
A água já estava quase chegando ao sótão e o menino apavorado olhou e viu que a água estava chegando ali no limite da casa, muitas telhas já tinham se desprendido, realmente todo o lugar tinha se transformado num grande lago, num grande e profundo lago, a correnteza era muito forte e o dia começou a amanhecer.
Foi quando ele viu uma grande embarcação, ali chegando na direção da casa, e ele viu no convés daquela embarcação um homem que gritava:
- Meu filho, meu filho, minha filha.
E ele notou então que era o pai, e ele dizia:
Olha lá o papai, olha lá o papai!
E aquele homem desesperado, nem esperou o bote descer na água, mergulhou e veio nadando, veio nadando, nadando e chegou na casa e abraçou o filho e a filha e disse:
- Eu não falei pra vocês que o Deus dos céus ia proteger, olha lá, olha lá vindo o barquinho nos buscar.
E os dois homens estavam no bote remando para pegar tanto o pai, quanto os seus dois filhos e quando o menino e a menina entraram no bote, o menininho disse para um dos remadores:
- Viu só, Deus nos protegeu.
Vocês vieram mandados por Deus?
E um deles que era ateu, ficou sem graça, o que responder pra criança naquela hora, e ele disse:
- Sim, foi Deus que nos mandou.
E o menino e a menininha diziam:
- Sim, eu sabia, eu sabia, que Deus não nos abandonaria e não morreríamos afogados, porque um dia o Senhor leu na Bíblia Sagrada uma coisa que falava mais ou menos assim:
“Meu filho, não se preocupe, Eu Sou o teu Deus, quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão”.
Foi só o menino citar isso para o seu pai, e uma correnteza mais forte veio e “brum”.
Levou aquela casa, mas antes de chorar e lamentar, aquele chefe de família deu glória a Deus, porque a fé do menino, na proteção do alto tinha guardado aquelas duas vidas preciosas de todo o perigo.
A casa tudo bem, ele até construiria outra, mudaria para um lugar mais seguro, não tinha problema nenhum, o que ele não podia perder eram aquelas duas crianças, tudo que ele tinha de mais importante e precioso nesta vida.
E ele deu glória a Deus que dera tanta fé ao seu filinho de doze anos.
E o remador, aquele que era ateu, foi ouvindo, o menino contar para o seu pai toda a segurança que ele tinha na certeza de que Deus passou a noite com eles no sótão daquela casa.
O menino dizia:
- Papai, eu tive medo sim, não vou dizer que não tive, mas tinha certeza que nada aconteceria, porque Deus estava conosco.
E foi o testemunho simples daquele menino, com um milagre tão poderoso de proteção, que convenceu aquele remador de que nós não estamos sozinhos, sejamos pequenos ou grandes, estejamos em terra ou em mar, estejamos pertos ou longe onde quer que nós estejamos o Senhor nosso Deus estará sempre conosco.
E naquela manhã, muitas pessoas entregaram a vida para Jesus, porque puderam ver que o Senhor os guardou.

REFLETINDO SOBRE A HISTÓRIA:

Será que precisamos passar por uma agonia tão grande, para reconhecermos o amor de Deus?
Aquelas crianças já haviam perdido a mãe, já tinham sofrido antes..., mas deixaram de acreditar em Deus?
Aquele pai perdeu todos os seus bens naquela inundação, mas será que ele ficou triste?
Qual era o bem mais precioso que aquele pai possuía?
E você? Onde está o seu coração? Quem é mais importante aqui na terra?
Quem está acima de tudo e de todos, e te protege todos os dias de sua vida?

Esta foi a primeira ministração que dei em uma igreja cristã quando fui convidada para ministrar crianças. Nunca vi tanta criança junta, chorando e entregando a vida para Jesus. Foi tremendo.

domingo, 12 de setembro de 2010

NÃO FECHE ESSE CÍRCULO!



Ele quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento.

Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada.

Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria aprontar alguma?

Ele não parecia seguro, parecia pobre e faminto. Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:

- "Eu estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan".

Bem, tudo que ela tinha era um pneu furado, mas para uma senhora era ruim o bastante.

Bryan abaixou-se, colocou o macaco e levantou o carro. Logo ele já estava trocando o pneu. Mas ele ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.

Enquanto ele apertava as porcas da roda ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St.Louis e só estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda.

Bryan apenas sorriu enquanto se levantava. Ela perguntou quanto devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela.

Já tinha imaginado todos as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não tivesse parado.

Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante.

Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outro modo.

Ele respondeu:

- "Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar".

E acrescentou:

E pense em mim". Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio e deprimido, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.


Algumas milhas abaixo a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa.

Era um restaurante sujo. A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha limpa para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um ...sorriso que mesmo os pés doendo por um dia inteiro de trabalho não pôde apagar. A senhora notou que a garçonete estava com quase oito meses de gravidez, mas ela não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude.

A senhora ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho.

Então se lembrou de Bryan. Depois que terminou a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou.

Já tinha partido quando a garçonete voltou.

A garçonete ainda queria saber onde a senhora poderia ter ido quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual tinha mais 4 notas de $100 dólares.

Havia lágrimas em seus olhos quando leu o que a senhora escreveu.

Dizia:

"Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e da mesma forma estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar não deixe este círculo de amor terminar com você".

Bem, havia mesas para limpar, açucareiros para encher, e pessoas para servir.

Aquela noite, quando foi para casa e deitou-se na cama, ficou pensando no dinheiro e no que a senhora deixou escrito.

Como pôde aquela senhora saber o quanto ela e o marido precisavam disto? Com o bebê para o próximo mês, como estava difícil!

Ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo macio e sussurrou: "Tudo ficará bem; eu te amo, Bryan".


Pense nisso, e... Não feche esse círculo!

Que este texto ilumine um pouco mais o seu dia e que a Luz de Jesus te acompanhe sempre.

As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus. (Lucas-18:27)